Com ótimas perspectivas, pré-sal amplia o mercado de trabalho

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Para garantir uma vaga no setor, é preciso estar capacitado e ganhar experiência nos próximos anos. Oportunidades estão disponíveis em todos os níveis de escolaridade.

Até 2013, pelo menos 207 mil pessoas serão qualificadas para trabalhar na área de petróleo e gás em 185 categorias, sem levar em consideração as últimas descobertas do pré-sal, como os campos de Tupi, Júpiter e Carioca, no entorno da Bacia de Campos. Para explorar esses recursos, a construção de novas plataformas e embarcações deve gerar, cada uma, 500 novos empregos em estaleiros e 3,8 mil vagas para tripulantes que vão operar a nova frota.

Quem pensa em seguir a carreira na área vai encontrar oportunidades em todos os níveis de escolaridade. Para garantir a qualidade da mão de obra numa empreitada de tamanha responsabilidade, a Petrobras está capacitando a quinta leva de profissionais pelo Programa de Mobilização da Indústria Nacional de Petróleo e Gás Natural, do Ministério de Minas e Energia (MME), o Prominp, que aceita inscrições até o dia 12 para 2.744 vagas de capacitação em Niterói e São Gonçalo. Uma pesquisa realizada pelo Caged revelou que a taxa de aproveitamento dos egressos do programa está, atualmente, em torno de 80%.

Com as perspectivas de crescimento, a previsão dos especialistas é de que até 2020 sejam criados meio milhão de empregos diretos e indiretos com a exploração do petróleo, apenas no pré-sal, que serão distribuídos em diversas áreas, e vão absorver profissionais de várias especialidades. Daqui a cinco anos, esses profissionais já serão experientes em suas funções, e ficarão responsáveis pela exploração de petróleo nas novas jazidas.

Para ler esta matéria na íntegra, acesse O Fluminense

Por Felipe Vasconcelos

1 COMMENT

  1. Há que se investir em Educação e qualificação de mão de obra.
    Escola da Tia Loló tem um monte por aí.
    Até Curso de Formação de Homem de Área já inventaram.
    Regulamentação no setor já!

  2. Realmente Cintra, tem que haver um controle sobre sobre a formação dos profissionais para trabalharem no setor, pois os Cursinhos da “tia carochinha” iludem muita gente sem prepará-los adequadamente ao mercado.

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