Orgulho de ser brasileira – Odebrecht vai investir pesado nos próximos três anos

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O Grupo Odebrecht, com forte atuação nos setores de construção civil e petroquímica, quer se tornar a maior operadora brasileira de plataformas de perfuração e produção de petróleo em águas profundas do país.

De olho no desenvolvimento da produção do pré-sal, a Odebrecht Óleo e Gás (OOG) vai investir US$ 3,5 bilhões nos próximos três anos, inclusive em sua imagem. Soubemos que exatamente hoje seu logotipo está sendo trocado e ele será oficialmente lançado na Exposição Rio Oil & Gas.

A empresa trabalha com um ótimo portifólio soluções integradas desenvolvidas junto ao cliente, incluindo a engenharia, assistência técnica, gerenciamento de projetos, logística e montagem e manutenção de plataformas. Com foco na cadeia upstream da indústria de petróleo, a OOG busca soluções integradas através da inovação, excelência operacional e aplicação de tecnologias de última geração.


Norbe VIII

A Odebrecht é uma organização brasileira composta por negócios diversificados, com atuação e padrão de qualidade globais. Por meio de suas empresas líderes, a Odebrecht atinge os seguintes setores:

– Engenharia e construção
– Etanol e açúcar
– Óleo e gás
– Química e petroquímica
– Engenharia ambiental
– Realizações imobiliárias
– Instituições auxiliares

Criada em 1981 a Odebrecht SA, holding da Organização, é responsável pelo direcionamento estratégico e pela manutenção da unidade filosófica, assegurada pela prática da Tecnologia Empresarial Odebrecht, a TEO.

A TEO valoriza as forças do Ser Humano, entre as quais a disposição para servir, a capacidade e o desejo de evoluir e a vontade de superar resultados. Confiança, satisfação do cliente, parceria entre os integrantes e educação pelo trabalho são alguns dos fundamentos da filosofia.

Miguel Gradin - Presidente da Odebretch Oil & Gas

O presidente da OOG, Miguel Gradin, explicou que o objetivo dos novos investimentos é dobrar o número de plataformas de perfuração da companhia, de cinco para dez, em três anos. As cinco primeiras unidades, ainda em fase de construção no exterior, já têm destino certo: serão alugadas pela Petrobras. – Nossa meta no próximo triênio é dobrar a nossa frota de plataformas para atuar não só no Brasil, mas também no exterior, em regiões como a Costa Oeste da África e também o Golfo do México – destacou Gradin.

Com esse projeto de expansão das atividades de operação de plataformas, a OOG pretende aumentar seu faturamento para US$ 1 bilhão já em 2012, contra os US$ 850 milhões atuais.

As cinco primeiras plataformas estão sendo construídas nos Emirados Árabes Unidos e na Coreia do Sul. As próximas, dependendo da disponibilidade dos estaleiros existentes no país, poderão ser construídas no Brasil. – A construção dessas unidades no Brasil vai depender da demanda do cliente (Petrobras ou outras petrolíferas) e da disponibilidade dos estaleiros aqui – afirmou Gradin.

Apesar de a construção das primeiras plataformas da OOG estar sendo feita no exterior, a empresa garante que toda a mão de obra que vai operá-las será brasileira. Gradin ressaltou que cerca de 700 pessoas já estão sendo treinadas em Macaé, no Norte Fluminense, para operar as primeiras unidades. Construída em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos, a primeira plataforma, a semissubmersível Norbe VI, com capacidade de perfurar em lâmina d’água de até 2.400 metros, chegará ao Brasil até o fim deste ano. Outras duas, os navios-sonda Norbe VIII e Norbe IX, estão em construção na Coreia do Sul, e vão operar  em lâmina d’água de até 3.000 m.

Norbe VI

As duas últimas plataformas de perfuração da Odebrecht já em construção, também em estaleiro sul-coreano, estão previstas para serem entregues em 2012. A ODN I e a ODN II terão capacidade de operação em águas profundas de até 3 mil metros.

Com certeza, como brasileiros, ficamos todos muito orgulhosos de sabermos que uma Organização Brasileira têm feito investimentos deste porte em nosso país, gerando empregos para brasileiros e agregando valor ao nosso Oil Business. Acreditar e, indo além, investir em nossa mão de obra, sem sombra de dúvidas, é a maior prova de que a Odebrecht está no caminho certo e certamente brilhará entre as grandes em breve.

O comentário já é geral entre os profissionais do Offshore.

Este certamente é mais um Capítulo de  sucesso da história que vem sendo escrita desde 1919, com a sociedade formada entre Emil Odebrecht e Isaac Gondim.

O Brasil agradece.

Por Rodrigo Cintra

1 COMENTÁRIO

  1. Como brasileiro, sinto-me orgulhoso com iniciativas como essa.
    A iniciativa privada vem dando um banho no quesito empreendorismo em nosso Governo.
    Não que o Governo não esteja investindo em nosso país, pois está.
    Falo de como investir.
    Certamente teremos os melhores profisionais buscando as melhores empresas e a Odebrecht vai saber absorver esta mão de obra, como já está fazendo.
    Tenho amigos que trabalhm lá e estão muito satisfeitos.
    O comentário no meio marítimo e offshore é geral.

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