SINAVAL envia informações aos candidatos às eleições de 2010

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O presidente do SINAVAL, Ariovaldo Rocha, distribuiu o documento “Indústria da Construção Naval e o Desenvolvimento Brasileiro – Informações aos candidatos em 2010”. O documento pede a manutenção do atual sistema de apoio à construção naval, a continuidade da preferência local nos contratos de construção de navios e plataformas flutuantes para exploração e produção de petróleo.

Ariovaldo Rocha - Presidente do Sinaval

Os resultados dos últimos dez anos, em que a construção naval se recuperou e iniciou sua consolidação, pode ser medido na expansão dos estaleiros que atualmente tem capacidade de processar 560 mil toneladas de aço ao ano e na expansão do emprego – que cresceu de 2 mil pessoas, no ano 2000, para 78 mil pessoas, em 2010.

Os resultados da expansão da indústria da construção naval são expressivos. Existe produção local de rebocadores portuários, navios de apoio marítimo, comboio fluviais, navios graneleiros, navios porta contêineres, navios petroleiros e plataformas de produção de petróleo. Atualmente cerca de 300 empreendimentos de construção naval ocupam os estaleiros. Uma participação que faz o Brasil surgir nas estatísticas mundiais. No mundo, mais de 8 mil navios estão em construção. Os países líderes na construção naval mundial são China, Coréia, Japão, União Européia e Cingapura (líder no segmento offshore). São países em que o setor tem forte apoio dos governos locais.

A participação brasileira no total da indústria naval mundial, em número de navios em construção, é cerca de 3%. No segmento de navios plataformas tipo FPSO (produção, armazenamento e transbordo) é maior que 50%, devido ao programa de construção de plataformas em série da Petrobras. Na construção de petroleiros de grande porte a participação é de 10%, devido ao programa de construção da Transpetro. Em navios de apoio marítimo a participação é maior que 15%. O segmento de navios mercantes, porta-contêineres e graneleiros, apresentam as participação mais modestas (menos de 1%) em relação ao total mundial.

Com as informações, o Sinaval

Por Rodrigo Cintra

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