Rapidinhas…

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Boa tarde a todos! Aí vão as rapidinhas. Andei comparando umas fotos e me veio a pergunta à cabeça: teria sido o Mestre Diocélio, ex professor do CIAGA e agora trabalhando na DPC, separado no nascimento do Presidente da Petrobras Sérgio Gabrielli? A semelhança é enorme!

IBAMA autoriza Petrobras – O presidente do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Abelardo Bayma, assinou nesta sexta-feira (22/10) a licença de operação para a Petrobras começar a produção piloto de petróleo e gás em um dos blocos do pré-sal, na Bacia de Santos. A licença autoriza a operação do sistema de produção piloto do Bloco BM-S-11, no Polo Tupi. Até agora, a Petrobras fazia na área o chamado teste de longa duração, que havia sido autorizado pelo Ibama em abril deste ano. De acordo com o Ibama, entre as condicionantes ambientais que a Petrobras terá que cumprir estão a obrigação de implantar projeto de neutralização de emissões de gases de efeito estufa e a adoção imediata do Plano de Emergência Individual, que prevê medidas em casos de acidentes ambientais como vazamentos.

Caterpillar compra a BWM por US$ 807,7 milhões – A Caterpillar anunciou hoje a compra da líder mundial na fabricação de motores movidos por fontes renováveis MWM por US$ 807,7 milhões. O negócio deve ser concluído nos próximos meses, segundo a fabricante americana de máquinas agrícolas e de construção. A MWM, que tem sede na Alemanha, era controlada pelo fundo de private equity inglês 3i e será incorporada à divisão de energia elétrica da Caterpillar. “Esse é um complemento natural para os negócios da Caterpillar na área de geração de energia a óleo e a gás e demonstra nosso comprometimento com os investimentos continuados em produtos e indústrias sustentáveis”, disse a empresa, em comunicado ao mercado.

Algo além do Petróleo – O governo vai iniciar pesquisa mineral submarina para exploração de metais fora do território brasileiro. Com ajuda de um navio da Marinha, pesquisadores concluíram recentemente mapeamento de trecho de uma cordilheira localizada a cerca de 750 quilômetros do litoral do Rio Grande do Sul, em pleno Oceano Atlântico. A próxima etapa do projeto prevê a realização de 400 furos nas rochas da cordilheira por meio de outro navio que será afretado, segundo afirma o chefe da Divisão de Geologia Marinha do Serviço Geológico Brasileiro, Kaiser Gonçalves de Souza. Na região existe um tipo de rocha chamada crosta cobaltífera é geradora de minerais como manganês, cobre, níquel. Em outra empreitada, pesquisadores brasileiros devem iniciar pesquisa em 2011 para colher dados de outra cordilheira, também no oceano Atlântico, localizada na direção do Rio Grande do Norte. O local pode conter chumbo e ouro. A pesquisa mineral em águas internacionais faz parte do plano brasileiro para expansão da fronteira em mar. Em 2004, o Brasil pleiteou algumas áreas, mas nem todas foram aceitas. “O Brasil não concordou com esse parecer e resolveu fazer novas pesquisas em 2009 para ter mais argumentos”, conta Souza.

Pré-sal e as oportunidades na Indústria – Depois de participar da abertura do seminário Pré-sal e o Rio Grande — Oportunidades para a Indústria, Trabalhadores e Sociedade, o presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli, avaliou que os segmentos de mecânica sofisticada e o eletroeletrônico podem dar resposta mais rápida às demandas da estatal, em condições competitivas. Com mais de 1,3 mil processos de compras em aberto, a Petrobras representa uma grande oportunidade de negócios para as empresas gaúchas, mas para aproveitá-la, frisou Gabrielli, é preciso responder com rapidez, qualidade e custo competitivo. Uma das formas de ajudar a desenvolver empresas supridoras de equipamentos, lembrou o presidente, foi o programa Progredir, lançado em setembro. Seis bancos — Caixa Federal, Banco do Brasil, Itaú, Santander, Bradesco e HSBC — vão aceitar como garantia o contrato entre a Petrobras e seu fornecedor direto para o elo seguinte da cadeia. No país, há mais de 250 mil empresas envolvidas em três níveis diferentes de fornecimento à estatal.

Por Rodrigo Cintra

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