Petrobras pesquisa uso de algas no etanol

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Algas de tamanho microscópico estão atraindo a atenção de pesquisadores no mundo todo. Base da alimentação no ambiente aquático, elas já vêm sendo exaustivamente estudadas pela indústria farmacêutica, cosmética e alimentícia. Nos últimos anos, os pesquisadores constataram que essas algas são também a matéria-prima com maior potencial para a produção de biocombustíveis.

A descoberta levou a uma corrida internacional de grandes instituições privadas e governamentais, em busca do desenvolvimento da microalga como fonte de energética limpa e sustentável. Acredita-se que existam 300 mil espécies de microalgas no planeta, mas apenas 30 mil estão catalogadas.

Na vanguarda das pesquisas dessa nova fonte energética está a Petrobras, que vai inaugurar, até o final do ano, um núcleo de pesquisa e produção piloto para as microalgas no Rio Grande do Norte. As novas instalações contam com seis tanques de 600 metros quadrados para a produção de microalgas em larga escala.

Para a Petrobras, o investimento vale a pena, já que as microalgas têm potencial para substituir os cerca de 40 bilhões de litros de diesel consumidos pelo Brasil a cada ano de maneira ambientalmente sustentável.

Mas as intenções da estatal brasileira vão ainda mais longe. As microalgas são, além de competentes seqüestradoras de gás carbônico – responsável pelo aquecimento terrestre. Por isso, são capazes de despoluir águas salgadas, removendo esgoto e outros detritos e substâncias.

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Por Rodrigo Cintra

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