Rapidinhas desta tarde fria…

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Liquidação geral da Shell no Golfo do México! Peroba assinando contrato com o Tio Sam por um lado e levando canetada do outro. CVC com navio em Recife e Subsea 7, mais uma vez, ganhando um rechonchudo contrato no Mar do Norte. Vamos às rapidinhas…

Shell liquida geral no Golfo – A Shell anunciou a venda de participações em cinco campos de óleo e gás no Golfo do México. A subsidiária integral da W&T Offshore, W&T Energy VI, pagará US$ 450 milhões pela fatia da petroleira nos campos de Tahoe, Southeast Tahoe, Droshky, Marlin e Dorado, todos em águas profundas. A W&T negocia compra de fatia em um sexto campo da Shell. A produção combinada proporcional a participação nos campos vendidos é de 6.840 b/d de óleo e 2 milhões de m³/d de gás, ou o equivalente a 18 mil boe/d. As reservas associadas com os cincos campos vendidos e um possível sexto campo estão estimadas em 7 milhões de barris de petróleo e líquidos e 3,18 bilhões de m³ de gás natural.

Peroba assina com o Tio Sam – A Petrobras firmou um acordo com a UOP, empresa norte-americana de tecnologia na área de refino de petróleo, para fornecimento dos projetos básicos e de pré-detalhamento das Refinarias Premium I, no Maranhão, e Premium II, no Ceará. Estes projetos contemplam dois trens de refino para a Premium I e um trem de refino para a Premium II, cada um com capacidade de processamento de 300.000 barris/dia de petróleo nacional. Segundo a Petrobras, como os trens de refino serão iguais, isso proporcionará uma redução de custos de projeto e de instalação, além de diminuir os prazos de execução dos projetos. A Petrobras estabeleceu que os projetos deverão seguir padrões e normas internacionais, também respeitando as normas legais brasileiras. Os projetos de pré-detalhamento (FEED – Front End Engineering Design), apesar de responsabilidade da UOP, serão executados por empresas de engenharia brasileiras, garantindo a utilização de mão-de-obra nacional. Essa modalidade de contratação de projeto, centralizada em uma só empresa, deverá garantir a integração das múltiplas tecnologias e processos que envolvem uma refinaria, com alta qualidade, menores prazos e custos globais.

Navio da CVC em Recife – O Porto de Recife (PE) recebeu ontem o CVC Bleu de France para o início oficial da temporada de cruzeiros marítimos da CVC. Hoje a embarcação sai para o seu primeiro roteiro. O navio chega ao Brasil após uma temporada pelo Mediterrâneo. De novembro de 2010 a maio de 2011, quando o CVC Bleu de France permanecerá no Brasil, o navio realizará cruzeiros pelo Nordeste, com destaque à rota de Fernando de Noronha, e pelo litoral do Sudeste, passando ainda por Búzios e Praia Privativa CVC (ambas no Rio de Janeiro). Ao todo, fará 43 embarques, com escalas em Recife (PE), Fortaleza (CE), Natal (RN), Salvador (BA), Maceió (AL) e Santos (SP) – a maioria com partidas do Porto de Recife (total de 32 saídas). “É a primeira vez que a região Nordeste receberá um navio desse porte: são 37 mil toneladas, com muito luxo e amplas cabines a bordo, além de elevado padrão de gastronomia e novas atrações”, disse o diretor de Marítimo da CVC Cruzeiros, Milton Sanches.

Transpetro leva canetada – Fiscais da SRTE – Superintendência Regional do Trabalho e Emprego/RJ estiveram em Cabiúnas nos dias 3, 4 e 5 de novembro analisando pendências em relação à saúde e segurança do trabalhador em várias áreas do terminal. O diretor do Sindipetro-NF, Gedson Almeida acompanhou o trabalho dos quatro fiscais. A Transpetro foi notificada pelos fiscais da SRTE que encontraram problemas em 36 ítens. A empresa terá que apresentar documentação e responder aos questionamentos feitos pelos fiscais até dia 17 de novembro, na sede da Superintendência no Rio de Janeiro.

Subsea 7 ganha contrato com a Conoco Philips – A empresa vai operar noa recente descoberta de Jasmine, que fica na parte central do Mar do Norte. O escopo do contrato inclui a engenharia, serviços de compras, fabricação de equipamentos, instalação e comissionamento do projeto de dois sistemas de quatro quilômetros de gasodutos e linhas associadas. Também estão incluídos a instalação de um cabo de energia e comunicação de 9 quilômetros. A Subsea 7 também vai realizar as conexôes (tie-ins) para os risers e plataformas, além de fazer todos os testes e pré-comissionamento do sistema.

Por Rodrigo Cintra

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