Conselho da LLX aprova cisão e empresa foca na operação com MMX

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Está no foco da LLX a conclusão da operação de aumento de capital da MMX – unidade de mineração do grupo EBX – e a entrada da sul coreana SK Networks como acionista na unidade mineradora. Segundo enfatizaram ontem os executivos do grupo, tendo essa operação concluída, deverá ocorrer a cisão da LLX Sudeste – responsável pelo Porto do Sudeste, em Itaguaí – para, logo após, ser concretizada a venda da subsidiária para a MMX.

Como destacou hoje o diretor financeiro da LLX (companhia de logística do EBX), Leonardo Gadelha, o conselho de administração da LLX já aprovou a cisão parcial da empresa. “Dia 28 de outubro ocorreu a aprovação dos acionistas.

Para cada ação da LLX, os acionistas receberão uma ação adicional”, informou o executivo, em teleconferência com analistas. Durante a divulgação dos resultados do terceiro trimestre da LLX, os executivos destacaram que o prejuízo líquido de R$ 3,3 milhões está associado às despesas gerais de administrativas de R$ 29 milhões.

Por outro lado, a companhia registrou um resultado financeiro positivo de R$ 17 milhões e uma receita de aluguel no valor de R$ 3,1 milhões. O montante em caixa apresentou recuo no trimestre, ante os três meses anteriores, passando de R$ 346,3 milhões para R$ 277,4 milhões queda que, segundo a empresa, foi resultado dos investimentos realizados no período.

Na construção do Superporto do Açu e do Superporto Sudeste, ambos no RJ, foram investidos cerca de R$ 326 milhões entre julho e setembro – R$ 182 milhões para o Superporto do Açu e R$ R$ 143 milhões para o Superporto Sudeste.

Leonardo Gadelha destacou ainda que, em setembro, o complexo de Superporto do Açu conseguiu a licença de instalação para uma Unidade de Tratamento de Petróleo (UTP) e a assinatura de contratos com a Ternium para implantação de um pólo siderúrgico, com produção prevista de 5,6 milhões de toneladas por ano de aço bruto.

A UTP tem capacidade de tratamento de 1,2 milhão de barris por dia e a unidade irá realizar a também a estocagem, o processamento e a movimentação de petróleo cru.

Com as informações – Vanessa Dezen, do Valor On Line

Por Rodrigo Cintra

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