Rapidinhas da madruga…

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As rapidinhas hoje são somente duas Primeiro a notícia ruim, depois a notícia boa. As barcas têm uma novidade: mais uma barca quebrada, atrapalhando o cidadão carioca e niteroiense. Ainda não entendi como o Governo não faz nada. Sérgio Cabral, vamos agir! Está na hora d erever isso. Enquanto isso, no norte do Rio de Janeiro, empreendimento de Eike Batista vai gerar 11 mil empregos. Leiam os detalhes.

Novidade! Barca quebrada – A Agetransp (Agência Reguladora de Transportes Públicos) informou que detectou uma avaria técnica na embarcação Boa Viagem, que parou na manhã desta terça-feira (9) na baía de Guanabara com cerca de 800 passageiros. A fiscalização da Agetransp constatou problema técnico na barca e providenciou relatório, já anexado como peça ao processo regulatório instaurado. A concessionária Barcas S/A informou, em nota, que o incidente foi causado por um problema técnico. A empresa, no entanto, não especificou qual. Segundo a concessionária, a Boa Viagem deixou a estação de Niterói às 9h10. Tão logo foi detectado o problema, o Centro de Controle Operacional (CCO) acionou o catamarã social Urca para auxiliar no retorno da barca pifada até Niterói. De acordo com a Barcas S/A, os passageiros foram devidamente informados sobre o ocorrido pelo comandante da embarcação durante todo o percurso. Ao desembarcarem em Niterói, além do apoio prestado pela tripulação, os passageiros receberam todo o atendimento necessário das equipes da estação. Em seguida foram direcionados para embarcar no catamarã Ingá 2 sem maiores transtornos. A  empresa informou que a segurança do passageiro é a premissa básica da concessionária e que todos os procedimentos adotados foram realizados obedecendo às normas da navegação.

OSX vai gerar 11 mil empregos – A empresa OSX, subsidiária da holding EBX, do empresário Eike Batista, vai construir uma Unidade de Construção Naval no Complexo Logístico e Industrial Porto do Açu, em São João da Barra. O projeto é para atender a demanda de um braço do grupo que vai atuar na exploração de petróleo em 22 blocos na Bacia de Campos. O grupo pretende construir e recuperar navios para atuar na atividade offshore, assim como sondas de perfuração. A carteira de encomendas da OGX (braço do grupo que atua no setor de petróleo), está estimada em US$ 15 bilhões, incluindo 11 plataformas de perfuração FPSO, quatro plataformas de produção semi-submersível e 15 jaquetas (estrutura metálica de suporte de uma plataforma fixa). A UCN Açu vai gerar 3.500 empregos na fase de construção, e 11 mil vagas durante o período de produção. O Estudo de Impacto Ambiental e o Relatório de Impacto Ambiental (EIA/RIMA) já foram apresentados e a empresa já conseguiu todas as licenças prévias.

Tenham uma ótima madrugada, pessoal!

Por Rodrigo Cintra


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