Amy avisa: Rapidinhas do Portal!

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Amy recomenda… Simulador de Perfuração, para acabar com o velho método da tentativa e erro, FPSOs até dizer chega e Eike fazendo dinheiro. A atividade do petróleo no Brasil está bombando. Após mais umaquinzena de labuta, cáestou eu em minha casa, finalmente. Aproveitem as rapidinhas!

Aker inaugura Simulador de Perfuração – O novo Centro de Treinamento de Equipamentos de Perfuração da Aker Solutions foi construído na base da empresa em Rio das Ostras, no Rio de Janeiro. O simulador de perfuração Xfactor DES tem tecnologia avançada 3D em tempo real, comunicação direta com o sistema de controle e formato domo de 240° de visão, que permite o treinamento ideal dos operadores, com excelência e rapidez no aprendizado. O equipamento, desenvolvido e construído pela Aker Solutions utiliza tecnologia de ponta para reproduzir toda a estrutura de uma plataforma de perfuração e as centenas de atividades realizadas, criando um ambiente de absorção do conhecimento com treinamento prático e seguro na simulação das operações. O centro de tecnologia e performance fornece um modelo matematicamente correto da sonda, que se comunica com o sistema de controle existente em um cenário 100% realístico. Além das aulas práticas, os funcionários das empresas operadoras têm aulas teóricas – em três salas de aula multimídia – conduzidas por instrutores bilíngües experientes (em inglês e português). “Vamos treinar centenas de técnicos brasileiros para as dezenas de plataformas que teremos neste mercado de equipamentos a bordo”, explica Per Atle Gustafson. O escopo de treinamento compreende e-learning, ensinamentos teóricos em sala de aula, práticas no simulador, atividades a bordo e exercícios no equipamento em oficina. Com investimento de 17 milhões de reais, a base de Serviços de Perfuração (Drilling Lifecycle Services) começou a operar em setembro em um prédio recém-construído, que contempla a extensão desta unidade de negócio. Esta inauguração celebrada hoje garante a exclusividade do treinamento de perfuração onshore para a Aker Solutions no mercado brasileiro. Há ainda a possibilidade de atender posteriormente outras regiões do mundo.

FPSOs para 2017 – Os navios-plataforma, cuja construção dos cascos foi contratada nesta quinta-feira (11) pela Petrobras e pelas parceiras BG, Galp e Repsol com a Engevix Engenharia, devem entrar em operação em 2017. Os contratos somam US$ 3,46 bilhões e estão sendo considerados de grande importância estratégica para que a estatal alcance as metas de produção previstas para o pré-sal da Bacia de Santos. A Petrobras informou, em nota, que as plataformas devem acrescentar cerca de 900 mil barris de óleo por dia à produção nacional, quando estiverem operando com capacidade máxima. “Essas unidades, batizadas de ‘replicantes’, integram a nova geração de unidades de produção concebidas segundo parâmetros de simplificação de projetos e padronização de equipamentos. A produção em série de cascos idênticos permitirá maior rapidez no processo de construção, ganho de escala e a consequente otimização de custos”. Ainda segundo a nota da estatal, cada uma das oito plataformas, todas do tipo FPSO (que produzem, armazenam e transferem óleo e gás), terá capacidade para processar diariamente até 150 mil barris de óleo e 6 milhões de metros cúbicos de gás natural. As informações indicam que, das oito unidades contratadas, seis serão administradas pelo consórcio que detém a concessão das áreas de Tupi e Iracema. As outras duas serão gerenciadas pelo consórcio do bloco que abrange os campos de Guará e Carioca. Os cascos serão construídos no Polo Naval de Rio Grande (RS), onde funciona o dique seco da Engevix. A previsão de conteúdo nacional é de, aproximadamente, 70%.

OGX vai gerar US$ 10 bilhões até 2015 – Com o início da produção de petróleo estimada para a partir do ano que vem, a petroleira OGX deverá ver sua geração de caixa se consolidar e atingir em 2015 um Ebitda da ordem de US$ 10 bilhões, anunciou nesta quinta-feira (11/11) o presidente do Conselho de Administração da companhia, Eike Batista. A previsão do executivo é que a empresa de óleo e gás responda por 1/3 da geração de caixa do grupo EBX ao final do próximo qüinqüênio. Ainda de acordo com as estimativas apresentadas por Eike Batista, a OGX deverá atingir em 2015 a produção de 700 mil b/d de petróleo. Até 2013, estão previstos 87 poços perfurados. Eike Batista ministrou nesta quinta-feira (11/11) palestra para empresários na sede da Firjan, no Rio de Janeiro.

Pré-sal precisará de 40 FPSOs – A área do pré-sal deve demandar um total de 40 navios-plataforma do tipo FPSO (que produz, armazena e transfere óleo e gás), com capacidade de 100 até 150 mil barris dia. A Petrobras anunciou nesta quinta-feira a contratação de oito deles para operar na área de Tupi, na Bacia de Santos, a um custo de US$ 3,46 bilhões. A estimativa para os outros 32 navios foi feita por Tuerpe Amaral Rolim, gerente-executivo de exploração e produção da estatal. Segundo ele, ao todo, a operação para retirar petróleo e gás natural da áreas ultraprofundas da camada do pré-sal deve exigir a construção de 200 novas embarcações. Rolim falou hoje sobre os desafios do pré-sal no Fórum Nacional “Manifesto Por Um Brasil Desenvolvido”, organizado pelo INAE (Instituto Nacional de Altos Estudos). De acordo com ele, um dos principais desafios é a capacitação de pessoal. “A Petrobras está muito confiante de que conseguirá vencer os desafios”, afirmou. Participante da mesa de debates, Jonas Fonseca, representante do Instituto Bras de Petróleo (IBP) reclamou do fato de a Petrobras passar a ser operadora única dos blocos do pré-sal. “É importante abrir espaço para a iniciativa privada nacional e estrangeira”, disse. Para o representante da Petrobras, o fato de ser operadora única facilita a capacitação da mão de obra. “Temos de trabalhar junto com as universidades e estabelecer contato de pessoas novas com as mais experientes.”

Por Rodrigo Cintra


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