Rapidinhas vespertinas…

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Contrato de fornecimento de ROV da Subsea 7 para a Peroba, que foi reprovada novamente pela ANP, além do lucro da Panalpina no frete marítimo e aéreo. Essas são as rapidinhas da tarde!

Petrobras opera ROV da Subsea 7 – A Subsea 7 assinou, através de sua divisão i-Tech, um contrato com a Petrobras International no valor de US$ 18 milhões para fornecimento de um Veículo de Operação Remota (ROV, na sigla em inglês). O contrato tem duração de cinco anos, extensíveis para mais cinco anos. O veículo submarino 150hp Quantum work-class trabalhará a bordo de um navio de perfuração capacitado para águas ultraprofundas. O ROV da Subsea 7 é capaz de operar em profundidades de até 4000 metros. Suas atividades devem começar a partir do quarto trimestre de 2011 no Golfo do México.

Lucro de 16% da Panalpina – A Panalpina registrou forte crescimento nos volumes do frete marítimo e aéreo nos primeiros nove meses de 2010. A companhia suíça obteve incremento de até 16% nos volumes marítimos no período de janeiro a setembro de 2010, superando a média do mercado. A receita total do grupo para os primeiros nove meses de 2010 aumentou em 22% para 5,4 bilhões de francos suíços (US$ 5,6 bilhões). O terceiro trimestre registou uma subida de 38,5% para 773 milhões de francos suíços, em comparação com os mesmos três meses de 2009.  A Panalpina teve aumento de 17% no Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) para 148,8 milhões de francos suíços.

ANP reprova Peroba de novo – A diretoria da ANP reprovou, pela segunda vez consecutiva, os planos de desenvolvimento apresentados pela Petrobras para os campos de Pirapitanga e Tambuatá, ambos na área do antigo bloco BS-500, na Bacia de Santos. A decisão foi tomada durante reunião colegiada da diretoria realizada nesta terça-feira (9/11). A agência, em abril, já havia reprovado o cronograma de trabalho apresentado pela petroleira. A estatal pretendia colocar as áreas em produção em 2018. Como o bloco BS-500 foi arrematado pela Petrobras na 5ª rodada de licitações da ANP, realizada em 2002, a agência entendeu que a petroleira deveria antecipar o primeiro óleo do projeto, o que aconteceu novamente.

Por Marcus Lotfi

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