Chevron revê procedimentos em Angola

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A Directora geral de Políticas, Relações Governamentais e Públicas da Chevron, Eunice de Carvalho, disse hoje (terça-feira), em Luanda, que a sua instituição reviu os procedimentos de perfuração de poços de petróleos  após o incidente ocorrido no Golfo do México,  a 22 de Abril deste ano, nos Estados Unidos da América (EUA).

Em declarações à Angop, a responsável referiu que a empresa está pronta para enfrentar situações de derrame de petróleo, mas admitiu que uma eventual situação similar a da British Petrolium (BP) pode acontecer com a sua corporação.

“Acho que estamos preparados para enfrentar situações de derrame, mas não podemos dizer que nunca acontecerá connosco um incidente assim como o do Golfo do México”, afirmou a executiva.

Eunice de Carvalho salientou  que a empresa tem uma série de procedimentos a observar na perfuração de poços, mas ainda assim aproveitam eventos que abordam temas sobre segurança no “off-shore” para aprender com a  indústria petrolífera, como prevenir tais situações.

Respondendo se a Chevron reforçou a preparação técnica  dos seus trabalhadores, em função do incidente do Golfo da México,  disse que o pessoal é devidamente capacitado, mas tomam cuidado quando contratam terceiros para prestar serviços.

Prosseguiu dizendo que no processo de contratação asseguram que as empresas contratadas  para prestar trabalho a Chevron são competentes  e têm tecnologias. Além disso, estas ficam abrangidas pelas práticas de segurança exigidas pela companhia.

Por outro lado, disse que, para situações  como a do Golfo do México, é importante uma cooperação entre as empresas petrolíferas, com os governos e com a comunidade e também o uso e  partilha de tecnologias.

“Eu acho que a maneira como foi enfrentada a situação no Golfo do Méxcio, não foi vista apenas como da BP , mas todas as instituições envidaram esforços para combater o incidente”, concluiu.

Com as informações – Angola Press

Por Rodrigo Cintra

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