Rapidinhas – Corre, mané.. corre!

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Após mais um extenso dia, começamos outro com as “Rapidinhas”. Babou geral no Golfo e, segundo so Yankees, nada de perfuração por um bom tempo.  Em Brasília, finalmente começa a votação dos Projetos do Pré-sal. Quem dá mais? FMC, uma empresa que começou vendendo comida nos EUA há muitos e muitos anos atrás, fecha contrato com a Peroba e toma-lhe tecnologia para o nosso Petróleo!

Perfurações suspensas no Golfo até 2017 – O governo americano estendeu ao menos até 2017 uma proibição de perfuração em águas profundas no leste do Golfo do México, realizada após o vazamento de petróleo da empresa BP, informou nesta terça-feira um alto funcionário. A fonte, que pediu anonimato, explicou que esta proibição ocorrerá ao menos “até o fim do próximo período de concessão (2012-2017)”. O anúncio oficial deste congelamento, em uma região considerada sensível, ficou de ser efetuado na tarde desta quarta-feira pelo secretário do Interior, Ken Salazar.

FMC assina com a Peroba – A Petrobras e a FMC Technologies assinaram nesta terça-feira (30/11) memorando de entendimento para desenvolver tecnologias subsea para os campos do pré-sal. O acordo prevê ainda a criação de projeto de tecnologia de processamento para aumentar a taxa de recuperação de óleo e gás em campos maduros. A FMC Technologies inaugurará um centro de tecnologia no primeiro semestre de 2011 na Coppe, no Rio de Janeiro (RJ). A empresa está no Brasil desde 1956 e possui duas fábricas na capital fluminense e uma base de serviços em Macaé (RJ).

Câmara inicia a votação do Pré-sal – A Câmara dos Deputados iniciou na noite desta quarta-feira a votação do projeto do novo marco do pré-sal, que institui o regime de partilha de produção. O modelo também prevê que a Petrobras será a operadora única de todos os blocos do pré-sal e terá participação mínima de 30 por cento de todos os consórcios que operarem no pré-sal. O mesmo projeto também institui o Fundo Social, que receberá parte dos recursos do pré-sal e os destinará a setores como saúde, meio ambiente, ciência e tecnologia e combate à pobreza.

Por Rodrigo Cintra

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