Petrobras libera nota esclarecendo caso de suposto assédio moral

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A Petrobras divulgou nota na noite desta quinta-feira sobre o caso da funcionária que se acorrentou em frente ao prédio da estatal, no Rio, e alega ser vítima de assédio moral.

Edilene Farias de Oliveira e 17 funcionários afirmam estarem sendo vítimas de boicote, por terem denunciado desvios da estatal na Bahia.

A Petrobras nega o assédio moral e diz que a funcionária reivindica mais tempo de afastamento médico.

Diz a nota da estatal:

“Em relação às informações referentes à empregada Edilene Farias de Oliveira, a Petrobras esclarece que a empregada reivindica maior tempo de afastamento médico. Ela esteve afastada pelo INSS desde 2005. Portanto, não se trata de assédio moral. A empregada já se acorrentou outras duas vezes em Salvador, sempre no intuito de prolongar o seu afastamento.

“A licença encerrou-se em 30 de agosto de 2009. A empregada retornou no dia 8/09 e trabalhou até o dia 20/09. No entanto, a partir do dia 21 daquele mês não compareceu à sua gerência, apesar de ter sido formalmente convocada pela empresa.

“Em 1997, a empregada Edilene Oliveira apresentou sintomas alérgicos, de caráter hereditário. Ao tomar conhecimento, na época, a Petrobras emitiu Comunicação de Acidente do Trabalho (CAT) ao INSS. Para evitar que o ambiente industrial agravasse a saúde da empregada, ela foi transferida da Refinaria Landulpho Alves (Rlam) para o escritório da empresa em Salvador, no bairro de Itaigara.

“A Petrobras reafirma que cumpre todas as obrigações legais e segue as orientações do INSS. O Serviço Social e o Serviço Médico da empresa estão acompanhando o caso.

“A Petrobras informa que a ação de assédio moral foi devidamente contestada na Justiça pela Companhia em abril deste ano. Não é verdade que tenha havido assédio moral na Petrobras, em Salvador.”

Com as informações – Acordo Coletivo

Por Rodrigo Cintra

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