Halliburton e Tenaris assinam convênio com UFRJ

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As multinacionais Halliburton, prestadora de serviços para exploração e produção de petróleo, e  Tenaris Confab, fabricante de tubos aço, assinam hoje (21), contrato com a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) para concessão de uso de área do Parque Tecnológico, localizado na Ilha da Cidade Universitária. As duas empresas vão construir unidades de pesquisa para o desenvolvimento de novas tecnologias para o setor de petróleo e gás.

A chegada das empresas confirma a vocação do Parque da UFRJ nessa área, que já conta com empresas como Schlumberger, FMC, Baker Hughes e Usiminas. A previsão é que as obras sejam iniciadas no segundo semestre de 2011 e sejam concluídas até o final de 2012. Os investimentos podem chegar a R$ 42 milhões.
A Halliburton, que ocupará terreno de sete mil metros quadrados, investirá de US$ 10 a 15 milhões (aproximadamente R$ 26 milhões) na construção do centro de pesquisa, que terá como foco a caracterização e o monitoramento de reservatórios; a produtividade, construção e completação de poços de petróleo. A norte-americana pretende desenvolver soluções para estimulação e performance de poços, área eletrônica e desenvolvimento de softwares em 3D e visualização.

Já a Tenaris Confab ocupará terreno de quatro mil metros quadrados, onde vai construir seu centro de pesquisas voltado para os setores de P&G, mineração, construção civil e automobilística. O objetivo é desenvolver novas tecnologias para soldagem de tubos, testes e simulações para tubos de grande diâmetro e estudos de revestimentos metálicos de polímeros. Além disso, haverá um setor para cuidar especificamente das conexões premium TenarisHydril, especialmente destinadas a operações de perfuração de poços de P&G. A empresa prevê investimento de cerca de US$ 21 milhões (aproximadamente R$ 36 milhões).

Em janeiro de 2011, haverá novo processo seletivo para as três últimas vagas voltadas para ocupação de empresas de grande porte no Parque Tecnológico. O Parque Tecnológico foi inaugurado em 2003 com o objetivo de estimular a interação entre a universidade – seus alunos e corpo acadêmico – e empresas que fazem da inovação o seu cotidiano. São 350 mil metros quadrados, destinados a abrigar empresas de setores intensivos em diferentes áreas de conhecimento.

Com as informações – TN

Por Rodrigo Cintra

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