Que 2011 seja o ano que todos esperamos!

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É nesse clima de “tchubirabirong”, diretamente do Axé Moi, em Porto Seguro, que que eu venho desejar, em nome do trio composto por Rodrigo Cintra, Marcus Lotfi e Caê Mahan  – Equipe Portal Marítimo – que o ano de 2011 seja tão bom quanto todos nós esperamos que seja!

E parando pra pensar friamente, se o ano que se avizinha for “semelhante” a 2010, pelo menos na nossa área, tem tudo pra ser mais um ano maravilhoso. O que quero de 2011?

Quero Eike Batista investindo pesado (mais?!) no mercado de Óleo e Gás e na Construção Naval, quero a Transpetro colocando mais navios na água (e navegando que é bom, né!), quero menos “expats” e mais brazucas trabalhando nas nossas unidades, quero escalas e salários compatíveis na saudosa Cabotagem, quero mais mulheres no nosso Mercado de Trabalho, quero “LTI free”, quero ver o esperado fim da “novela” dos Royalties e quero o Pré-Sal mais realidade do que já é. Eu quero tanta coisa, que se eu for realmente pensar em tudo, precisarei de no mínimo o ano inteiro! Mas e você, já sabe o que quer de 2011?

Se você ainda não tem uma resposta para esta pergunta, é hora de começar a pensar em uma. Tudo planejado é melhor realizado, isto é fato. Claro que precisamos de umas loucuras e surpresas pra deixar tudo animado, mas sem programação e organização, fica difícil alcançar grandes objetivos. Fim de ano é época de pedir, é o que todos pensam, mas e quando devemos agradecer? Pedir sim, mas eu aposto que você já pede o ano inteiro, e vive esquecendo de agradecer, correto?! Então faça diferente esse ano, essa é a dica e uma perspectiva diferente para a virada:

Pense em tudo que conquistou esse ano, todas as coisas boas e agradeça por elas. Agradeça por mais um ano neste plano, pela sua saúde, pela sua família, amigos, vire uma “thanks bitch”, como os gringos costumam chamar! Faça uma boa ação neste fim de ano, e prolongue-a pelo ano inteiro!

Uma amiga minha disse-me, quando no Natal, que “ o que engorda não é o que comemos entre o Natal e o Ano Novo, e sim o que comemos entre o Ano Novo e o Natal!” e eu, com toda cara-de-pau intrínseca do meu ser, utilizarei a mesma idéia porém num âmbito maior:

O que define nossa “sorte”, não é o que prometemos no fim do ano, e sim como lidamos com tais promessas no decorrer dele. Pensamento óbvio e simples, por isso tão importante!

O inimigo do bom é o melhor. Acabei de lembrar dessa famosa frase, e é nesse ritmo que eu proponho que seja o novo ano: inimigo do ano atual.

E nós sabemos que não tem como ser diferente.

Fico por aqui, pois na companhia de dois grandes amigos de turma – Ayres e Carlinhos – voltarei para o baculejo nosso de cada dia, e nada mais justo que seja no primeiro porto do Brasil, onde Cabral ao chegar, tenho certeza, curtiu um baculejo também. rs

Um ótimo 2011 para todos nós. Pulem suas 7 ondinhas se estiverem em terra, e se não, bebam muita champagne sem álcool e contem 7 balanços!

E hoje, mas só por hoje, terminarei de um jeito diferente, sem o usual “yeah!”.

Sejam felizes em 2011, confrades!

Axé!

Por Caê Mahan

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