Mônaco agora navega! Super Iate recria ruas do principado

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Esse é de dar inveja a Roman Abramovich. O bilionário e político russo, que lucrou horrores com a privatização das petrolíferas da era soviética e ficou famoso por ter comprado o time britânico de futebol Chelsea, tem entre os seus brinquedos um jato Boeing 767, um widebody capaz de levar até 350 passageiros, mas que foi adaptado para levar poucos privilegiados. Demais, não? Para Abramovich não. O empresário resolveu construir o megaiate Eclipse (foto acima), uma embarcação de 163,5 metros que tem vinte quatro camarotes de luxo para quase 50 convidados, todos paparicados por uma tripulação de 70 pessoas.

Além de uma piscina semi-olímpica, a embarcação tem dois heliportos e outras excentricidades. Em matéria de segurança, Abramovich fez questão de blindar boa parte da área privativa, incluindo os vidros, cuidado estendido a ponte de comando. Como paranóia pouca é bobagem, o barco conta com sistemas anti-paparazzi, que inibi fotografias em um grande raio, além da maior das excentricidades: um pequeno submarino na proa, pronto para escapar com um pequeno grupo de sobreviventes no caso de um ataque. O preço do brinquedo, atualmente o maior iate do mundo? Algo estimado em 800 milhões de euros, o equivalente a R$ 1,7 bilhão. Uma quantia extraordinária para qualquer mortal, mas que não parece pesar tanto no bolso de Abramovich, dono de uma fortuna de US$ 11,2 bilhões segundo a Forbes.

O Eclipse pode ser o maior do mundo, mas o posto de iate mais chamativo de todos está para ser perdido, ao menos no papel. É o que promete o novo barco da Superyacht Design. O estaleiro apresentou o conceito The Streets of Monaco. Isso mesmo, as ruas de Mônaco em bom português.


Com 155 metros de uma ponta a outra, ou 508 pés no linguajar náutico, o iate reproduz em seus converses as ruas de Monte Carlo. Sem esquecer do principal evento do principado, o circo da Fórmula 1. Está certo, em menores dimensões: em vez de monopostos da F1, karts.

O suficiente para recriar a atmosfera charmosa da cidade, com direitos a marcos arquitetônico distribuídos pela estrutura, que chega a metade do tamanho de um porta-aviões nuclear moderno. Esse gigantismo permitiu ir além nos delírios de grandeza.


Salões de pé direito duplo dotados de escadarias curvas, pisos em madeira e mármore compoem o gigantesco iate

Em vez de grandes piscinas, uma praia particular, como uma enseada em V, repleta de espreguiçadeiras. Além de salões de pé direito duplo, inspirados nos halls dos grandes hotéis. dotados de escadarias curvas, pisos em madeira, mármore e revestimentos que em tudo lembram uma construção tradicional. Heliportos fazem a ponte com o mundo exterior, junto com lanchas de apoio que já estariam de bom tamanho como o iate de um milionário.

Clipping direto – Boris Feldman / Estado de Minas

Por Marcus Lotfi

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