Eike responde aos que duvidavam – OGX rumo a sua primeira produção

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A OGX acaba de finalizar uma importante etapa rumo à sua primeira produção. A companhia concluiu a perfuração do poço horizontal 9-OGX-26HP-RJS (Waimea Horizontal) e, por meio de um teste de formação, identificou excelente índice de produtividade (IP) de 100 m³/dia/kgf/cm², similar a resultados obtidos nos melhores poços do país. No momento, este poço está sendo equipado para a realização de um Teste de Longa Duração (TLD) que poderá registrar vazão de até 20.000 barris por dia, podendo atingir vazões superiores durante um projeto definitivo. Este resultado superou as expectativas iniciais em relação à acumulação Waimea e oferece elementos ainda mais concretos para o início da fase de produção da OGX. Este poço está localizado no bloco BM-C-41, na Bacia de Campos, e será interligado ao FPSO OSX-1 durante o TLD, a ser iniciado em meados do ano de 2011.

“O resultado obtido com a perfuração deste poço representa um marco na história da Companhia. O uso da tecnologia de poço horizontal confirmou altíssimos índices de produtividade em reservatórios carbonáticos do sul da Bacia de Campos, comprovando que estamos de fato diante de uma província petrolífera extraordinária”, comentou Paulo Mendonça, Diretor Geral da OGX. “Trata-se de um dos melhores testes de produção que já vi em minha vida”, acrescentou Mendonça.

A perfuração do poço horizontal 9-OGX-26HP-RJS contou com o estado da arte em tecnologia. A equipe técnica da OGX foi responsável por implementar uma estratégia que contemplou a perfuração de um poço direcional de 3.746 metros de profundidade pelo qual foi possível entrar horizontalmente no reservatório desejado. O sucesso na execução deste trabalho resultou em um poço de mais de 1.000 metros de extensão horizontal em reservatórios carbonáticos da seção albiana da acumulação de Waimea, que foi originalmente descoberta pelo poço 1-OGX-3-RJS em 18 de dezembro de 2009.

Na sequência à conclusão da perfuração, foi realizado um teste de formação a poço revestido, que confirmou o potencial produtivo de 40.000 barris por dia de óleo de aproximadamente 20° API. Um complexo processo de acidificação seletiva foi utilizado em oito intervalos do poço, permitindo uma melhor estimulação dos mais de 1.000 metros de extensão do poço, resultando na maximização de vazão de óleo.

Além da produtividade do poço, foram coletadas outras informações, tais como características da rocha reservatório e dos fluidos presentes, que serão analisadas pela equipe técnica da OGX nos próximos meses. Essas interpretações, juntamente com as informações do TLD, permitirão um maior entendimento desta acumulação e auxiliarão na elaboração do plano de desenvolvimento.

Modelo de produção A OGX segue confiante na condução de seu plano de avaliação da acumulação de Waimea, tendo como próximo passo a realização de um Teste de Longa Duração (TLD), pelo qual dará início a sua produção. O conceito para este primeiro projeto conta com tecnologia amplamente dominada pela indústria do petróleo e prevê a utilização de árvores de natal molhadas e linhas flexíveis que estarão ligadas diretamente ao FPSO OSX-1. O poço será equipado para a produção com o método de bombeio centrífugo submerso submarino.

Todos os equipamentos desta fase de produção já foram contratados junto a fornecedores mundialmente conhecidos e parte deles já começou a ser entregue. A árvore de natal molhada a ser utilizada no TLD já se encontra na base portuária da OGX, Briclog, no porto do Caju (RJ). O equipamento foi fabricado pela GE Oil & Gas e é o primeiro encomendado por uma empresa privada nacional. Outros quatro equipamentos desse tipo serão entregues pela GE nos próximos meses, sendo parte deles produzida no Brasil.

As linhas flexíveis para interligação deste primeiro poço ao FPSO OSX-1 já estão sendo fabricadas pela Wellstream em sua fábrica em Niterói (RJ) e o umbilical de controle pela Oceaneering, também em Niterói. Tais equipamentos têm previsão de entrega à OGX em março de 2011.

O conjunto que compõe o Bombeio Centrífugo Submerso (BSC) já foi testado na fábrica da Baker Hughes em Claremore, Oklahoma, EUA e já se encontra no Brasil, na base da Baker Hughes em Macaé (RJ).

Outro importante recurso de grande porte já contratado para uso no TLD é a embarcação recém construída pela Aker, Aker Wayfarer, fornecida pela Wellstream. Ela será responsável pela interligação do poço produtor ao OSX-1, além da instalação do sistema de ancoragem do FPSO.

A unidade de produção do tipo FPSO (Floating Production Storage & Offloading) OSX-1 encontra-se em Cingapura em fase de adaptações da planta de processo para as características do óleo de Waimea.

Comercialização Tendo em vista o início de sua produção de óleo, a OGX começou a estruturação de sua área de comercialização. A equipe conta com especialistas na área, dois deles com mais de 30 anos de experiência em trading internacional. Os especialistas já estão em contato com potenciais clientes visando à negociação da produção inicial da OGX.

Com as informações – OGX

Por Rodrigo Cintra

1 COMENTÁRIO

  1. Adimiro muito sua inteligençia e seu trabalho continue assim ,mostrando e provando ao mundo que vc sabe o que diz ,tenho dois filhos que deseja muito trabalhar nesta area de petroleo e gas ,um ja formado em petroleo e gas o outro ainda em cursos tecnicos na area e aprendi a gostar de vc EIKE por ouvir eles sempre falarem no seu nome e sua estoria de vida, espero um dia ver os meus filhos tb fazendo parte em uma dessas suas empresas ,um abraço.

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