Rapidinhas – Bom dia, patrícios!

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Nossos patrícios portugueses tanto fizeram que a Peroba meteu o pé da Galp e  deixou um enorme pepino nas mãos deles. Só os 9 gols do Vasco mesmo para deixá-los felizes (mesmo lembrando que foi no América, cachorro morto no Carioca). Com essa e mais outras, as Rapidinhas desta manhã de domingo chegam informando com qualidade e deixando nossos leitores por dentro dos acontecimentos.

Petrobras busca parceria em RH – A Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS) foi procurada pela Petrobras para compor o Programa de Formação de Recursos Humanos em parceria com a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), com o objetivo de preparar estudantes e pesquisadores brasileiros para atuar no setor. A Universidade recebeu convite para participar de uma reunião no Rio de Janeiro em que esse assunto será discutido. A previsão é conceder bolsas de estudo a 841 alunos de ensino superior e a 6.184 de nível técnico no País, além de proporcionar a diversas instituições do Brasil melhorias em infraestrutura e aquisição de equipamentos, softwares, assinatura de periódicos, entre outros benefícios. Os objetivos do programa são reduzir o índice de evasão escolar, aumentar o número de profissionais qualificados no setor e melhorar a qualidade dos estudos desenvolvidos. Além dos alunos, coordenadores e pesquisadores visitantes também receberão bolsas. Os valores das bolsas são de R$ 350,00 para nível técnico, R$ 450,00 para graduação, R$ 1.248,60 para mestrado e R$ 1.840,00 para doutorado antes da qualificação da tese e R$ 2.278,20 para depois da qualificação da tese. Em princípio, o interesse da Petrobras é o de conhecer as especificidades dos cursos relacionados às ciências biológicas, biotecnologia e tecnologia em produção sucroalcooleira.

Ilhéus recebe 3 mil turistas em navio – Ilhéus vai receber nos próximos dias cerca de 7 mil cruzeiristas, trazidos por vários transatlânticos que vão aportar no porto internacional do município. O primeiro a aportar será o MSC Orquestra, na segunda-feira, trazendo cerca de 3 mil turistas. Os demais são o Aidacara, MSC Musica, Vision of the Seas e o Costa Serena. A temporada de navios em Ilhéus continua até o inicio de abril. No ano passado, mais de 100 mil turistas de várias partes do país desembarcaram no município. Na cidade, eles têm como destino certo as praias, mas também visitam o centro histórico e as fazendas de cacau. Em média gastam 50 dólares, o que contribui para o aquecimento da economia local.

Ompetro tem nova mesa diretora – A Prefeita de Campos, Rosinha Garotinho, deu lugar ao Prefeito de Macaé, Riverton Mussi, na Presidência da Organização dos Municípios Produtores de Petróleo (Ompetro). Rosinha assume a Vice-Presidência, e a Primeira-Secretaria coube ao Prefeito de Cabo Frio, Marquinhos Mendes. Dois cargos foram mantidos: o Prefeito de Quissamã, Armando Carneiro, será novamente Tesoureiro da entidade. O engenheiro campista Marcelo Neves Barreto permanece como Secretário Executivo. A nova diretoria da Ompetro deverá ter como principal luta a redistribuição do royalties do pré-sal. A entidade foi criada em 2001, em Campos, e é formada pelos municípios produtores de petróleo da Bacia de Campos e municípios limítrofes da zona de produção principal, como Armação de Búzios, Cabo Frio, Campos dos Goytacazes, Carapebus, Casimiro de Abreu, Macaé, Rio das Ostras, Quissamã, São João da Barra e Niterói.

Guerra na Galp agora é problema de Estado – A Petrobras desistiu da Galp e abriu brechas na relação entre acionistas. A Assembléia Geral de 26 de Abril poderá clarificar a situação. A instabilidade acionista que se viveu nos últimos dois meses na Galp foi substituída por um clima com sintomas de Guerra Fria. E transformou-se num assunto de Estado. As trincheiras para a nova batalha estão agora a ser construídas à volta da composição do próximo Conselho de Administração da petrolífera, uma lista que terá de estar terminada até 5 de Abril. O atual Presidente Executivo, Manuel Ferreira de Oliveira, é o novo flanco de ataque escolhido pelos acionistas angolanos.

Por Rodrigo Cintra

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