Rapidinhas anunciando o Carnaval!

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Após tocar super mal num bar na Coréia do Sul, Caê Mahan é expulso do país e o Prefeito do Rio de Janeiro diz que o Carnaval só começa depois que ele chegar. Aqui em nossa terra, FMM fica marcando passo e enrola o meio de campo para os estaleiros, que já estão reclamando. Lá em baixo, lá no Rio Grande do Sul, Manitowoc Crane Group vai abrir fábrica de guindastes. Mais rápido que as Rapidinhas, somente o Caê mesmo, voltando para a Terra Brasilis…

Péra aí. Pára tudo! Antes de tudo, antes das Rapidinhas, vejam o vídeo do Facebook que gerou a expulsão do Caê pelas Autoridades Coreanas clicando aqui. Se vier aqui em Jacarepaguá fazer esse ruído, este desrespeito à memória de Renato Russo, vamos te mandar lá pra Líbia. O Chefe Zezé Safa Onça tá precisando de um terceiro pra levar um navio prá lá e a gente vai te colocar nesse bizú (kkkkkk).

Caê diz até logo à Coréia do Sul – Não me perguntem o motivo, mas eu tô voltando, e é mais cedo! Alguns rumores sobre o Carnaval do Rio só começar com minha presença, mas tudo não passa de especulação. É o Sea Trial e a viagem que se avizinham e o barco não pode parar, vamo que vamo! Agradeço à todos pela altíssima audiência ao nosso site, que tem se mantido acima dos 3 mil e vem subindo diariamente, e como vocês podem ver no vídeo deixado no Facebook, isto não é uma despedida. Ainda tenho muito material pra dividir e publicar. Farei isso aí do Brasil e também aqui pela Coréia, quando retornar, em um mês. Grande abraço confrades, me despeço por ora, pra assumir a missão de fechar a mala cheia de muamba coreana (espero que ninguém da PF leia o Portal! rs). E se for do interesse, podem me adicionar no Facebook, através do meu perfil – Irrelevâncias relevantes da viagem! yeah!

Enrolação do FMM prejudica estaleiros – A demora na realização de novas reuniões do Fundo de Marinha Mercante (FMM) prejudica empresas que aguardam a liberação de recursos para a construção de navios encomendados pela Petrobras, declarou ontem o Gerente Geral de Transporte Marítimo, Rogério Figueiró. Segundo ele, os pedidos foram apresentados ao conselho do fundo e priorizados. “Ou seja, é uma questão formal da reunião do fundo acontecer para passarmos por essa etapa”, afirmou. O executivo disse que algumas empresas têm apresentado alternativas de financiamento “caso alguma coisa aconteça com o FMM, por exemplo, algum atraso maior, algum contingenciamento”. “Se alguma dificuldade surgir nesse cenário, essas empresas já teriam um plano B, ou seja, fundos de financiamento interessados em participar.” Segundo o Consultor Paulo Lemgruber, da empresa Iterocean Engenharia Naval, há estaleiros no Nordeste que podem fechar suas portas caso não haja liberação de recursos por parte do FMM. Tradicionalmente o fundo realizava reuniões para aprovação de projetos mensalmente, mas em todo o ano de 2010 foi apenas uma reunião. “Para um estaleiro grande, várias obras acabam uma compensando a outra, mas no caso dos pequenos a situação fica impossível de se manter”, disse.

Fábrica de guindastes no RS – O grupo norte-americano Manitowoc Crane Group vai resgatar um projeto de 2006 e investir R$ 70 milhões na abertura de uma fábrica de guindastes em Passo Fundo, na região da Produção. O protocolo de intenções foi assinado nesta quarta-feira, 2, entre o estado do Rio Grande do Sul e o empreendedor. A unidade fabricará, em um primeiro momento, três guindastes: RT, para terrenos acidentados; Gruas, para construção civil, e Truck Train, guindaste telescópio. “O Brasil e o Rio Grande do Sul vão crescer. O país ingressa no segundo ciclo de exploração do petróleo, com o pré-sal, enquanto estamos criando todas as condições para que o Estado tenha o salto de desenvolvimento. O projeto se insere neste novo momento”, destacou o Governador Tarso Genro, na assinatura do acordo de cooperação. O Chefe do Executivo disse já ter tido contato com mais de 25 empreendedores dispostos a investir no Rio Grande do Sul – 15 grupos estrangeiros – e de dezenas de empresas, já instaladas no território gaúcho, dispostas a ampliar suas plantas, o que ultrapassaria um volume de investimento de US$ 1 bilhão.

Por Rodrigo Cintra

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