Já era tempo – Grande Floripa planeja transporte marítimo

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A chegada de uma embarcação catamarã, em março, à Palhoça é o primeiro passo para a tentativa de se implantar o transporte marítimo na região da Grande Florianópolis. A iniciativa do Prefeito do Município, Ronério Heiderschedit, ganhou o apoio de Biguaçu e da Câmara de Vereadores de Florianópolis.

Segundo Heiderschedit, a embarcação tem condições ideais para operar na região das baías sul e norte e representa uma economia de tempo e dinheiro. A catamarã será implantada também entre as cidades de Porto Alegre e Guaíba, no Rio Grande do Sul, onde o trajeto que de carro demora 50 quilômetros, cai para 20 minutos de barco.

A embarcação deve chegar a Palhoça entre os dias 20 e 25 de março, quando a população, representantes dos municípios vizinhos, Marinha e Superintendência do Patrimônio da União terão uma amostra de como ela poderá operar na Região Metropolitana de Florianópolis. A meta, segundo Heiderschedit, é de que o transporte marítimo esteja funcionando em seis meses.

— O usuário é quem vai ganhar com o transporte marítimo — defende o prefeito de Palhoça.

Heiderschedit usa o exemplo gaúcho para falar da viabilidade financeira da embarcação. No Estado vizinho, a viagem de cerca de 40 quilômetros custa R$ 6,50 de ônibus e R$ 7 de barco. O catamarã percorre 45 quilômetros por hora e tem 18 metros de comprimento por 6 metros de largura.

Com as informações – Diário Catarinense

Comentário do Colunista – Espero sinceramente que o Prefeito de Florianópolis não coloque água nesse chopp vindo novamente dizendo que ferry boat em Floripa vai ligar o nada ao lugar nenhum. Declarações como esta só demonstram despreparo para a função e falta de visão. Vamos acordar. A bela Floripa merece isso. Chega de brincar de ser cidade grande. Está na hora de levar isso mais a sério. A não ser que tenha algo mais em jogo que o Excelentíssimo senhor Prefeito Dário Berger não queira revelar à Sociedade. Depois de uma declaração infeliz como essa, desperdício de espaço público, como é o caso da Passarela Nego Quirido, no Centro de Florianópolis e da árvore de Natal que não acendeu, podemos esperar de tudo.

Por Rodrigo Cintra

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