Rapidinhas da tarde!

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Boa tarde! As rapidinhas chegam informando investimentos da Cummins no meu querido Ceará, final da Greve no Superporto do Açu e Congresso sobre CO2 organizado pelo IBP. Com as mudanças que estão chegando no Portal, vamo que vamo com mais força, pessoal!

Cummins fecha contrato no Ceará – Por meio de seu distribuidor, DCDN, de Fortaleza (CE), a Cummins Brasil fechou a venda de oito motores e quatro grupos geradores para o estaleiro Indústria Naval do Ceará, o Inace. Os propulsores, do modelo KTA50-M2, serão instalados em duas embarcações da Marimar (quatro para cada uma). Esses motores têm 50 litros, potência de 1.800 cavalos e são fabricados pela Cummins na Inglaterra, em Daventry. Seu sistema de injeção de combustível é mecânico, mas com gerenciamento eletrônico. Os barcos que receberão os motores e os grupos geradores da Cummins dão suporte a plataformas de petróleo.

LLX faz acordo e põe fim a greve – A LLX, empresa de logística do grupo EBX, do empresário Eike Batista, informou ter chegado a um acordo com os trabalhadores do consórcio ARG para pôr fim à greve no Complexo do Porto do Açu, em São João da Barra, no norte fluminense. “A ARG, consórcio responsável pela contratação dos trabalhadores, o sindicato da categoria, um representante dos líderes do movimento dos empregados da ARG e o Ministério do Trabalho assinaram um acordo que atende às principais reivindicações dos trabalhadores”, informou a LLX. A paralisação levou parte dos 1,2 mil funcionários contratados pela AGR a paralisarem as obras do superporto. O Complexo do Açu envolve investimentos de R$ 3,4 bilhões para a construção de termoelétricas a gás e carvão; implantação de terminais portuários para o transporte de minério de ferro, produtos siderúrgicos, carvão, granéis líquidos e granito.

IBP discute CO2- O Instituto Brasileiro de Petróleo Gás e Biocombustíveis (IBP) vai realizar, dias 18 e 20 de abril, no hotel Sofitel, Rio de Janeiro, o 1° Congresso Brasileiro de CO2 na Indústria de Petróleo, Gás e Biocombustíveis. O evento tem como objetivo mapear a pesquisa e os desenvolvimentos tecnológicos sobre CO2, principalmente na indústria do petróleo. Serão abordados no evento temas como captura, transporte, armazenamento geológico, conversão, monitoramento do gás e os efeitos de gases contaminantes. “Dutos de óleo e gás não só precisam suportar grandes pressões, mas também a existência de altas concentrações de impurezas como o CO2, o que deixa as tubulações mais sensíveis à corrosão, reduzindo consequentemente sua vida útil”, destaca Raimar van den Bylaardt, Presidente do Conselho Executivo do Centro de Tecnologia em Dutos (CTDUT). “Além disso, o transporte por dutos de CO2 – para aplicação em recuperação avançada de petróleo, por exemplo, ou no escoamento, no caso de possíveis grandes concentrações nos locais de produção – é uma realidade”, diz. “Precisamos agora aprimorar os processos. Justamente por isso, palestras como Captura e Armazenamento de CO2 no Brasil: Potencial e Perspectivas e Guideline and Recommended Practice on Carbon Capture and Storage, ambas no dia 18, Gerenciamento de Carbono: As Perspectivas Tecnológicas, no dia 19, e Fracture Propagation in CO2 Pipelines, no dia 20, são fundamentais para a comunidade dutoviária”, avalia. “Precisamos conhecer melhor os efeitos do CO2 dentro de um duto”.

Por Rodrigo Cintra

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