Rapidinhas desta manhã ensolarada…

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Petrobras abre licitação para gasodutos e fecha acordo com a chinesa Sinopec. Bg faz ótimas projeções para produção no Campo de Lula (ex Tupi) e HRT planeja produção de gás para o mercado paraense, “mordendo” um nicho econômico ainda inexplorado nqeula área. Vamo que vamo com as Rapidinhas pra você ler correndo e ir curtir logo esse maravilhoso sol aqui na Cidade Maravilhosa.

Petrobras em 2 lances – A Petrobras anunciou ontem que já entrou em processo de licitação da segunda rota de gasodutos para transportar o gás natural que será produzido nos próximos anos no pré-sal da Bacia de Santos. A expectativa da empresa é de chegar a 2020 com um volume de 30 milhões de metros cúbicos por dia disponível para mercado. O volume equivale ao total que o Brasil tem contratado para importar da Bolívia diariamente. Além disso, Sergio Gabrielli, Presidente da empresa, fechou ontem acordo com a chinesa Sinopec para explorar em parceria dois blocos na Bacia Pará-Maranhão: o BM-PAMA-3 e o BM-PAMA-8.

BG faz projeções para Lula – Nelson Silva, Presidente da BG, declarou que o campo de Lula (ex-Tupi) deverá chegar até o fim de 2011 produzindo 75 mil barris por dia. Ele afirmou que a meta é ter mais dois poços produtores atuando até o final do ano, além do único que está produzindo hoje. A concessão da área de Lula está sob comando da Petrobras, em parceria com a BG e a Galp, no pré-sal da área de Santos (SP). O segundo poço, disse Silva, deve entrar em operação ainda no primeiro semestre.

HRT no norte do país – As atividades da HRT da Bacia do Solimões vão priorizar, inicialmente, a produção de óleo em detrimento do gás natural nos primeiros cinco anos de suas operações, afirmou, ontem, o Diretor de Planejamento da petroleira, Milton Franke. De acordo com o executivo, a idéia da companhia é reinjetar o gás produzido, até que seja definida uma estratégia de monetização do energético. “Vamos deslocar o gás, que hoje possui valor inferior ao óleo, porque ainda não temos alternativas claramente definidas para a utilização”, contou Franke, que participou do Rio Gas Forum. A HRT já desenvolve estudos para encontrar uma solução para o gargalo. A companhia estuda projetos de gas-to-wire, gas-to-liquid e a compressão do energético. Nessa última alternativa, o gás seria destinado para o mercado paraense, hoje inexistente.

Por Rodrigo Cintra

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