Rapidinhas!

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Boa noite, galera. Rapidinhas pra esquentar essa noite fria. LLX é alvo de protestos por desapropriações no Norte Fluminense. Mais um navio confirmado para Niterói e HRT iniciando a perfuração no Solimões. Não durma no ponto e fique ligado nas Rapidinhas!

LLX libera pessoal por causa de protestos – A LLX orientou os operários que trabalham nas obras do Porto do Açu, no norte do Estado do Rio de Janeiro, a permanecerem em casa até o fim do protesto de produtores rurais, que bloqueiam desde cedo as duas estradas de acesso. Nenhum funcionário ou caminhão da LLX seguiu para o canteiro de obras hoje, por questão de segurança, segundo a empresa. Entre 40 e 50 proprietários rurais do distrito de Cajueiro, no município de São João da Barra, participam de uma manifestação contra a desapropriação de terras na região do porto para a construção de um distrito industrial. Eles alegam não terem sido avisados com antecedência sobre a desapropriação e contestam o valor das indenizações que serão pagas pelo Estado. Cerca de dois mil funcionários da LLX foram impedidos de trabalhar pelo protesto, mas a companhia afirma que não haverá prejuízo por causa da paralisação dos trabalhos, já que a obra do Porto do Açu estaria adiantada. A LLX afirma manter um canal aberto para diálogo com a população local, por meio de um escritório em São João da Barra, mas entende que a negociação com os manifestantes deva ser conduzida pela Companhia de Desenvolvimento Industrial do Estado do Rio de Janeiro (Codin), por tratar-se de desapropriação de terras. Segundo a Codin, que coordena o processo, todos os proprietários foram notificados em agosto do ano passado e convidados a comparecer à sede de São João da Barra para esclarecimentos sobre as desocupações. Até hoje, 80% dos convocados já compareceram para ouvir esclarecimentos, de acordo com o órgão. A primeira etapa das desapropriações atinge terras de cultivo de caju, abacaxi e quiabo. Na próxima etapa, ainda sem data definida, 11 famílias terão de deixar suas casas, mas a Codin afirma que serão reassentadas.

HRT começa perfuração na Amazônia – A HRT iniciou a perfuração do seu primeiro poço exploratório, situado na porção nordeste do Bloco SOL-T-170 da Bacia de Solimões. De acordo com comunicado divulgado pela petrolífera, nesta segunda-feira (25/4), a operação começou na última quinta-feira (21/4). A HRT possui 55% de participação em 21 blocos exploratórios na Bacia do Solimões. A companhia ocupa uma área de aproximadamente 50.000 quilômetros quadrados. No local já foram mapeados e certificados 52 prospectos e 11 descobertas com recursos contingentes. Até 2015, mais de 130 poços serão perfurados na região. No próximo mês, outros três poços começarão a ser perfurados no estado, afirmou a petrolífera.

Mais um navio – O Diretor de Transporte Marítimo da Transpetro, Agenor Junqueira, informou que está tudo pronto para o lançamento de mais um navio dentro do Programa de Modernização e Expansão da Frota (Promef) da empresa. Segundo Junqueira, o lançamento deverá ocorrer ainda no primeiro semestre deste ano. “Será a terceira de quatro encomendas feitas no município de Niterói ao Estaleiro Mauá, pois trabalhamos como indutores da revitalização da indústria naval, criando empregos – hoje algo em torno de 40 mil vagas diretas nesta região – além de otimizarmos a construção de navios aproveitando a aprendizagem”. O secretário Municipal de Ciência e Tecnologia, José Raymundo Martins Romêo, destacou que as mobilizações também no segmento de inovação tecnológica para atender as demandas do setor. “Queremos estabelecer pontes com a sociedade, estreitar laços entre todas as áreas pertinentes, pois será interessante para as escolas técnicas e universidades iniciarem elos de ligação com os expositores”, considerou ele que é o presidente do comitê organizador da feira do setor offshore que irá se realizar em Niterói. Por sua vez, o secretário executivo do Sindicato Nacional da Indústria da Construção e Reparação Naval Offshore (Sinaval), Sérgio Leal, lembrou que o setor está em expansão, mas atento às iniciativas de qualificação profissional para atender demandas da área. “Há um mercado enorme pela frente e esta região, sem dúvida, será fortificada. O Programa de Mobilização da Indústria Nacional de Petróleo e Gás (Prominp) e ações dos próprios estaleiros auxiliarão no fornecimento de recursos humanos. Além disso, já trabalhamos firme com as universidades”, concluiu Leal.

Por Rodrigo Cintra

1 COMENTÁRIO

  1. Esse bloco no solimões tem tudo p/ ser a nova sensação do momento,sem esquecer a bacia Pará/Maranhão. A embarcação que trabalho já esta na area operando há cerca de 20 dias.

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