Maersk lança política de sustentabilidade

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A Maersk Line, dando continuidade às suas iniciativas ambientais, decidiu que não comprará mais contêineres que utilizem madeira não certificada em seu pavimento, como forma de minimizar a demanda por madeira ilegal. 
De acordo com a companhia, todos os contêineres que ela tem adquirido desde janeiro deste ano têm pavimento feito de madeira de lei – que usa práticas florestais responsáveis – ou de materiais alternativos, como bambu e plástico reciclado. 

Pela política, a Maersk aceitará apenas madeira tropical certificada como legal pela resolução Forest Stewardship Council. Cerca de 64 mil contêineres que se adequam à nova política foram comprados pela empresa neste ano e há planos de aquisição de três milhões de contêineres do tipo nos próximos cinco anos. 

O diretor de Clima e Meio Ambiente da Maersk, Jacob Sterling, afirmou que a ação visa fazer a companhia participar dos esforços pró-meio ambiente: “O desmatamento ilegal é largamente reconhecido como uma séria ameaça às florestas, às pessoas e à vida selvagem. Nos sentimentos obrigados a usar nossas aquisições para assegurar que a madeira que usamos nos pavimentos dos contêineres venham de reflorestamentos responsáveis”, enfatizou. 

A previsão é de que em 18 anos – tempo de vida útil de um contêiner – todas as unidades da empresa utilizem pavimentos certificados. A indústria de contêineres usa, atualmente, entre 1,2 milhão e 1,5 milhão de metros cúbicos de madeira por ano para suprir a demanda por unidades novas. 

Com as informações: Guia Marítimo

Por Caê Mahan

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