Transpetro receberá o NT Celso Furtado no mês que vem

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A Transpetro receberá em julho o primeiro dos 49 navios encomendados para a ampliação e modernização da sua frota, de acordo com o Diretor de Transporte Marítimo da empresa, Agenor Junqueira, que participou ontem, dia 15, do seminário sobre o setor de logística realizado em São Paulo pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). O primeiro navio é chamado “Celso Furtado”, construído pelo Estaleiro Mauá. Ele será destinado ao transporte de produtos derivados de petróleo e tem capacidade para 48,3 mil toneladas.

Em outubro será entregue o navio Suezmax batizado como “João Cândido”, construído pelo Estaleiro Atlântico Sul (EAS). Esse é um navio maior, que deve ser usado em viagens de longa distância e capacidade para transportar um milhão de barris de petróleo. Para dezembro está prevista a entrega do navio “Sérgio Buarque de Holanda”, que tem as mesmas características do navio que será entregue em julho. Esses navios já foram lançados ao mar no ano passado, mas agora estão em fase final de acabamento e passando por processos de certificação. Quando forem entregues, estarão prontos para serem usados pela Transpetro. A Transpetro estima receber todos os 49 navios encomendados até 2015.

Segundo Junqueira, a modernização e a expansão da frota são essenciais para diminuir a dependência do transporte rodoviário no País. “Podemos trabalhar muito mais com a integração dos diferentes modais”, afirmou. Segundo ele, o Brasil tem hoje 48 mil quilômetros de rios navegáveis, mas são usados apenas entre 13 mil e 15 mil quilômetros. Na costa brasileira, transitam por ano cerca de 4 mil navios, brasileiros e estrangeiros, de diferentes portes. “No Brasil, 95% do comércio exterior depende do transporte marítimo e menos de 4% desse comércio é feito por navios brasileiros”, afirmou o executivo. “A Transpetro quer ajudar a melhorar esse cenário, ajudar a ampliar a participação do Brasil no transporte marítimo no mercado mundial.”

Fica a dúvida…

Com as informações – Agência Estado

Por Rodrigo Cintra

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