Concluída a perfuração do primeiro poço horizontal na acumulação de Waikiki

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Teste de formação recém concluído em poço horizontal confirma vazão potencial de 40.000 barris por dia de óleo. Este é o segundo teste em poço horizontal com elevado índice de produtividade – o primeiro havia sido em Waimea – confirmando potencial dos blocos da OGX na Bacia de Campos.A OGX, empresa brasileira de óleo e gás natural responsável pela maior campanha exploratória privada no Brasil, concluiu a perfuração do poço horizontal 9-OGX-44HP-RJS (Waikiki Horizontal) e, por meio de um teste de formação, identificou excelentes condições de produtividade. Este resultado confirmou as expectativas iniciais em relação à acumulação de Waikiki e ofereceu elementos ainda mais concretos para o desenvolvimento dessa área. Este poço está localizado no bloco BM-C-39, na Bacia de Campos, e deverá fazer parte do segundo projeto de produção da OGX nessa bacia.

“As informações obtidas através desse poço confirmam nossas expectativas de uma excelente produtividade para esta área na Bacia de Campos, e vão acelerar o processo de declaração de comercialidade dessa acumulação, além de assegurar a plena execução de nosso plano de negócios”, comentou Paulo Mendonça, Diretor Geral e de Exploração da OGX.

A perfuração do poço horizontal 9-OGX-44HP-RJS seguiu o mesmo conceito já utilizado anteriormente pela Companhia e contemplou a perfuração de um poço direcional (OGX-41D) de 2.340 metros de profundidade pelo qual foi possível entrar horizontalmente no reservatório, por 1.063 metros de extensão horizontal em reservatórios carbonáticos da seção albocenomaniana da acumulação de Waikiki, que foi originalmente descoberta pelo poço 1-OGX-25-RJS em 8 de dezembro de 2010.

Na sequência à conclusão da perfuração, foi realizado um teste de formação a poço revestido, que confirmou o potencial produtivo de 40.000 barris por dia de óleo de aproximadamente 23° API. Nos testes realizados nas acumulações de Peró e Ingá, no bloco BM-C-40, bloco adjacente ao BM-C-39, o óleo descoberto é de 26° a 28° API, evidenciando, aqui, uma província de óleos mais leves que nos blocos mais ao sul. Um processo de acidificação seletiva, tecnologia idêntica a usada com grande sucesso em Waimea (OGX-26HP), foi utilizado nos oito intervalos de completação do poço, permitindo uma melhor estimulação dos 1.063 metros de extensão horizontal do poço, visando à maximização de vazão de óleo.

Devido à homogeneidade e qualidade do reservatório de calcário presente nessa região, teremos uma drenagem bastante eficiente com poços produtores limitados a uma vazão de 15 a 20 mil barris por dia de óleo, conforme divulgado em nosso plano de negócios, visando a otimização da recuperação de óleo.

Com as informações – Redação Portal Marítimo

Por Caê Mahan 

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