E lá vamos nós com as Rapidinhas…

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Ai que saudade das Rapidinhas!!!! Portal bombando de acessos e as noticias toda hora pipocando por aqui… Estaleiros a todo vapor em Aracruz e no Guarujá. A FPSO do Eike já está vindo para nossas águas. Vamo que vamo e continuemos na torcida pelos desaparecidos na Bacia de Campos.

Wilson Sons retoma construção de estaleiro – A Wilson Sons (WSON11) anunciou ontem (18) a retomada imediata da construção do estaleiro Guarujá II, mediante acordo com o Ministério Público do Estado de São Paulo, revogando a decisão liminar que determinou a suspensão das obras, conforme informado em 8 de junho. Segundo nota, o acordo compreende investimentos socioambientais em projetos da Prefeitura de Guarujá que se estenderão de hoje até 2014. A estimativa é de que, nesse período, esses projetos totalizem investimentos de até R$ 5 milhões. Todos os projetos estarão na área de influência do estaleiro.

OSX-1 se manda pro Brasil – O FPSO OSX-1, que será responsável pela explotação do prospecto de Waimea, operado pela OGX no bloco BM-C-41, em águas rasas da Bacia de Campos, deixou o Estaleiro Keppel, em Singapura, na última quarta-feira (17/8). A previsão é que a unidade chegue ao Brasil no final de setembro para entrar em operação entre outubro e novembro. A unidade passou por obras de customização para produzir óleo pesado e tem capacidade para 80 mil barris/dia de óleo e comprimir 1,5 milhão de m³/dia de gás natural. Foram feitas modificações no topside da unidade, além da troca do sistema de turrets. A OSX recebeu o FPSO no sábado, dia 13/8, em Singapura. A plataforma faz parte do primeiro sistema de produção da petroleira OGX e foi adquirida da Nexus Floating Production em 2009.

Jurong Aracruz segue em frente – A Justiça mais uma vez não considerou as alegações do Ministério Público Estadual (MPES) para revogar a doação feita pela prefeitura de Aracruz do terreno dado ao Estaleiro Jurong Aracruz.  A 2ª Câmara Cível votou por unanimidade pela inconsistência da Ação Cível Pública, mantendo a decisão de que a doação da área está dentro da legalidade. Os desembargadores da 2ª Câmara Cível seguiram parecer da desembargadora substituta Maria do Céu Pitanga Pinto que recusou o agravo de instrumento do MPES. De acordo com Pitanga, “não restou configurada a verossimilhança das alegações, capaz de firmar o primeiro pilar para a concessão da medida antecipatória, tendo em vista que os elementos dos autos são insuficientes para que se possa afirmar que houve inobservância do procedimento legal para a doação da respectiva área pública à particular”.

Por Rodrigo Cintra

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