Fatalidades à parte

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O helicóptero encontrado recentemente, um AW 139, da empresa Senior, que fazia transporte de tripulantes das plataformas na Bacia de Campos é considerado o mais moderno da aviação offshore. Tristes com o ocorrido, muitos de nós pensamos no que poderia ter causado este acidente, já que a aeronave em questão, por si só,  reduz consideravelmente qualquer risco. Como jornalista, este pensamento acabou me apresentando a um setor que esbanja cultura prevencionista e que, apesar de não estar livre de fatalidades como esta, tem ótimos resultados com a sua política de segurança.

O órgão responsável pela análise e prevenção de acidentes com aeronaves é o CENIPA (Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos), da Força Aérea Brasileira. O Centro começou hoje a procurar pelas causas do acidente da Senior e a Petrobras, responsável pela fiscalização de segurança do setor informou em nota que foi localizado, na madrugada deste domingo, o corpo da quarta vítima. Os outros três corpos e destroços do helicóptero foram encontrados no sábado, a cem quilômetros da costa e 99 metros de profundidade. Segundo a assessoria da estatal, os trabalhos de resgate dos corpos continuam. Estavam no helicóptero, modelo Augusta AW-139, Ricardo Leal de Oliveira, de Rio das Ostras (RJ), auxiliar técnico de planejamento da empresa Engevix; João Carlos Pereira da Silva, de Campos (RJ), técnico de inspeção da empresa Brasitest; o piloto Rommel Oliveira Garcia, do Rio, e o copiloto Lauro Pinto Haytzann, de São Paulo.

Augusta AW139 da Senior Taxi Aéreo - o helicóptero do acidente

Para escrever este artigo, entrevistei dois pilotos: Um, da Marinha do Brasil e outro, aviador offshore que deixou a Senior Taxi Aéreo há cerca de um mês. Em ambas as entrevistas, os pilotos confirmaram a eficácia e eficiência dos treinamentos de segurança de vôo e ressaltaram a importância do Huet, curso que capacita para o escape de aeronaves submersas, o chamado “mergulhão”.

De acordo com o piloto offshore, tirando um, todos os corpos foram encontrados ainda presos aos cintos de segurança, o que indica que não houve um pouso de emergência, como comunicado pela aeronave antes do acidente, mas uma queda, sem que houvesse tempo para a realização de procedimentos de segurança.

Uma fatalidade.

Nos últimos acidentes com helicópteros, tanto da Marinha quanto de empresas de taxi aéreo na Bacia de Campos, o treinamento foi crucial para a sobrevivência dos passageiros.

Em 2008, um helicóptero modelo Super Puma caiu no litoral de Macaé quando voava em direção à plataforma P-18, da Petrobras. Das 21 pessoas à bordo, 6 vieram a óbito. Apesar das mortes, foi decisiva a participação da comissária do vôo, que realizou à risca o procedimento de segurança, garantindo a vida de 15 pessoas, também treinadas.

Super Puma. Treinamento de comissária foi decisivo

Na aviação offshore, de acordo com o piloto entrevistado, as práticas de manutenção preventiva são rigorosamente feitas, além da existência de uma cultura prevencionista entre os pilotos e demais envolvidos no funcionamento do setor. O piloto afirmou, inclusive, que consideraria estranha qualquer situação de falha por negligência ou imprudência em vôo. 

Depois das entrevistas, pesquisas em sites especializados, consultas a outros especialistas no setor, creio que este acidente, por mais trágico e triste que seja, não mancha o panorama da segurança de vôo. Até que se cheguem às respostas através dos laudos técnicos e da investigação do CENIPA, entende-se que este acidente foi uma fatalidade num setor que é exemplo em matéria de segurança e prevenção de acidentes, ao contrário de muitos setores marítimos, esse é um exemplo a ser seguido.

Por Marcus Lotfi

38 COMENTÁRIOS

  1. Meus mais sinceros sentimentos às famílias dos ocupantes do helicóptero. Muita força nesta hora tão difícil. Aos demais, busquemos cada vez mais intensamente o aprendizado em cada acidente, para que nossas vidas – o bem maior que temos – sejam preservadas.

  2. EU MARINALDO SILVA BARBOSA TRABALHO NO POLLO DE CAMACARI NA BAHIA ESTOU MUITO TRISTE COM ESTE ACIDENTE DEUS ACALENTE TODOS ESE COMPANHEIROS DE TRABALHO E FAMILIRIA EAMIGOS

  3. Prezado Marcus Lotfi,
    não tente influenciar seus leitores dizendo que o acidente foi uma simples “fatalidade”. Devemos sim esperar a apuração dos fatos pelos técnicos competentes, mas não se pode fazer afirmações como esta. Você é um formador de opiniões e deve manter imparcialidade, por ética a sua profissão. Eu trabalho há mais de 7 anos na bacia de Campos e foram 3 quedas de aeronaves desde então. Não trato o fato ocorrido como fatalidade porque conheço e vivencio a situação de embarcar nas aeronaves de Macaé. Chega de tratar os acidentes como “fatalidades” que servirá apenas para virar estatística. Algo na segurança de voo está errado e deve ser corrigido com a máxima urgência. Que este fato não seja esquecido pelas autoridades nem pela Petrobrás e que Deus nos proteja!

    • Sabrina, conforme dito por você: “Eu trabalho há mais de 7 anos na bacia de Campos e foram 3 quedas de aeronaves desde então”.
      Pergunta1: Quantos voos foram feitos neste período de 7 anos?
      Pergunta2: Fazendo a proporção de voos em 7 anos e de 3 quedas nestes mesmos 7 anos, qual a porcentagem de voo/acidente?
      Pergunta3: De posse dessas informações, poderia por favor indicar setor de transporte com índice de voo/acidentes menor que o encontrado na pergunta 2?

  4. Muito bem Sabrina!!!
    Estou de acordo com voce, pois os comentarios que lemos sao sempre os mesmos. Nunca veremos uma nota em destaque após meses de investigaçao, simplesmente ficamos todos conformados; pois é assim mesmo, como sempre dizem: Uma fatalidade… E nós sem vermos ações eficientes e respostas convincentes.
    Também partilho de suas experiencias para trabalhar.
    Que Deus nos proteja mesmo!!!!

  5. Faça como eu, Sabrina. Procure as autoridades do setor e as ouça em vez de entender o contexto apenas pelos seus olhares. Não pus palavras na boca de ninguém. Aliás, “tentar influenciar” é uma expressão muito forte. Isso, para mostrar seu infelicíssimo equívoco, é algo que abominamos e foi exatamente por causa de coisas assim que nasceu o Portal Marítimo. Aqui, nós fazemos um trabalho sério de apuração antes de dizer qualquer coisa. Você tem uma opinião sobre isso tudo e eu também. Mas o que está no texto não é resultado de achismos, e sim de entrevistas, consultas, daquelas coisas que ninguém quer fazer. Se não tem o que dizer, então não diga nada. Não existem principiantes por aqui.
    .
    No mais, tenho como provar todas as informações que coloquei no texto. E termino esclarecendo que é um dever do leitor dar a sua opinião diante de artigos ou matérias, concordando ou discordando. O que a leitora tentou fazer foi retirar a credibilidade do meu artigo, e, de uma certa forma, de todo o meu trabalho. Aqui, não tentamos influenciar ninguém. Apenas tentamos contribuir para que a indústria marítima/offshore seja um lugar cada vez melhor para todos nós.
    .
    Somos uma raça muito incomum por dois motivos:
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    1) Somos profissionais
    2) Somos competentes

  6. Meus sinceros sentimentos aos familiares!!!!
    Trablhei na empresa em questão e a mesmam sempre foi muito responsavel pela segura de seus tripulantes!

  7. Sou funcionária de empresa se Taxi Aereo, parte de manutenção, acredito na eficácia dos profissionais e no comprometimento das equipes de manutenção, o que houve foi um incidente isolado, gostaria de direcionar minhas orações às familias das vitimas que foram as diretamente atingidas pela tragédia. Muita força, e que Deus conforte o coração de todos familiares.

  8. Caro leitores,
    Trabalhei durante algum tempo nesse ramo off-shore, sempre tive contato direto com os aeroportos, segurança de voo, e até msm, a equipe de recepção de voos nas plataformas!
    Fora isso, tenho conhecidos no ramo da aviação, precisamente na parte de helicopteros…
    Esse acidente está mt confuso para todos nós!
    Os anteriores tiverem uma causa como o de 2008, a influência do mau tempo. Só que o de sexta, não teve!
    Não houve tempo de resposta nem por parte dos tripulantes, que são sim altamente qualificados! Nem o sinalisador que emite sinais durante um determinado tempo para dar a localização atual das aeronaves, conseguiu ser acionado!
    Essa questão dos 3 corpos estarem ainda no cinto de segurança, nos mostra a falta de tempo pra tudo que aconteceu!
    Acho que a força de trabalho tem que mostrar coerência no que se pede! De tudo que funciona na Petrobras, acho que a questão de voô é das mais sérias da Companhia! Além das Inspeções obrigatórias realizadas pelas empresas de taxi áero, a Petrobras possui um corpo técnico mt bem qualificado pra liberar as aeronaves! Nas Plataformas, a questão das segurança de helipontos é algo levado mt a sério sendo ponto de inspeção por diversos Órgãos envolvidos como Marinha, Bandeiras, Classificadoras, a própria US-TA! E sempre que há Auditorias, que são anuais, todos os itens de segurança são vistos, desde a parte de iluminação e sinalização, quanto ao sistema de incêndio!
    As investigações estão aí pra apontar o que aconteceu, mas muito direciona para ser uma fatalidade, já que logo não há indicios de óleo no heliponto da P-65 (pois se isso ocorresse, poderíamos julgar a questão de perda do sistema hidráulico desde esse momento de pouso/decolagem)!
    Confio demais no transporte aéreo, é muito mais seguro que o nosso deslocamento de carro, onibus, em nosso dia a dia! A única questão que a probabilidade de resgate/socorro nesse caso, é menor…
    Se falou em profissionalismo, pense nos profissionais do ramo de manutenção e inspeção, engenharia da avição, segurança de voo… tantos profissionais que com alguns posicionamentos, estão até sendo chamados de assassinos!
    É o risco de uma profissão que é extremamente metódica e eficiente!
    Eu conheceço, por isso posso falar!

  9. Noelison, seu comentário mostra o que eu disse no texto e na resposta ao comentário da Sabrina. Não se pode deixar levar pela tristeza desta trágica situação. Tecnicamente falando, tudo indica que foi um fato isolado, uma fatalidade. É preciso ser profissional e competente o bastante para livrar nosso senso crítico das emoções e não conspurcar nossas avaliações. Como eu concluí no texto, aqui repito: “Depois das entrevistas, pesquisas em sites especializados, consultas a outros especialistas no setor, creio que este acidente, por mais trágico e triste que seja, não mancha o panorama da segurança de vôo.”

  10. Pinheiro, a melhor e mais completa cobertura deste acidente foi dada por nós. Soubemos antes de todos os veículos de comunicação. Da primeira notícia até agora, estamos dentro do lance o tempo todo ; e te digo que quando tudo isso chegar ao fim, nós ainda estaremos lá. Já existem pautas para o fim das investigações. Tratei o acidente como fatalidade, porque, diante de todas as pessoas ouvidas, tive mais do que indícios para chegar a esta conclusão.

    Não somos a imprensa comum, Pinheiro. Somos a imprensa embarcada.

  11. Prezada Roberta Esteves, além de jornalista, sou profissional e estudante da área de segurança e prevenção de acidentes. Antes de fazer a matéria, eu mesmo não acreditava no trato da aviação offshore no tocante aos procedimentos de segurança, porque o descaso, infelizmente, é uma realidade em todos os setores que movimentam a economia. No entanto, eu não poderia desatar a escrever sobre algo que eu achava. Um jornalista precisa ter certeza. E foi exatamente o que fizemos.
    .
    De acordo com você!

  12. Kika, é por aí mesmo. Como eu disse no texto, mesmo a mais segura empresa não está livre de situações como esta. Fatalidades são trágicas, tristes e avassalam os corações dos envolvidos. Mais uma vez, nossas sinceras considerações aos que infelizmente faleceram neste acidente.

  13. Cara Viviane Terra,
    você conhece e, por isso, pode falar. Quero te dizer que é exatamente nisso que a prática do jornalismo se sustenta. Nós, repórteres, não sabemos nada. Os especialistas, são vocês. Nosso talento e trabalho é saber ir atrás das pessoas que irão nos dar as informações necessárias. Quando desconfio de alguma coisa, meu primeiro instinto é ir atrás até encontrar a verdadeira história. Escutamos os envolvidos, fazemos consultas aos órgãos responsáveis e, após tudo isso, é que tiramos nossas próprias conclusões. Assim é o jornalismo que nós fazemos aqui no Portal Marítimo. Decidimos ganhar na qualidade.

    Obrigado pelas informações! Bons ventos!

  14. Caro Marcus,
    Trabalho embarcado ha mais de 05 anos, confesso que no inicio, ate gostava de voar e considerava realmente ser mais seguro do que outros meios de transporte, porem com o Know how que todos nos vamos adquirindo no dia a dia(02 em 02 semanas) voce comeca a enxergar muitas coisas que poderiam e deveriam ser melhoradas,, por exemplo, em 1º lugar voos a tarde, ontem uma aeronave deixou a plataforma que estou as 17:20, tempo fechado, swell(que quase impossibiltou o pouso na plataforma) e praticamente sem ilumincao natural, 2º procedimentos de seguranca, durante um desembarque a aeronave que eu estava perdeu uma das turbinas, o piloto nos informou atraves de um bilhete escrito por ele, e comecou a subir consideralvemente a aeronave, gracas a DEUS conseguimos chegar em Macae e fizemos um pouso corrido, a explicacao dada pelo pessoal de seguranca de voo, isto e normal!!, o motivo do piloto ter subido e uqe facilita para o pouso de emergencia em caso de perda da 2º turbina, e perguntaram se a gente checa nosso carro toda vez que sai de casa!!!, Respondi ” Normal para vc que estava aqui, na minha ignorancia nunca entenderei o motivo subir ao inves de descer e minimizar o impacto de uma queda e tambem respondi que nao checo meu carro porem tenho seguro e se ele parar eu tranco chamo um taxi e vou embora, ou alguem ai conhece acostamento no ceu para aeronaves? ou seja todos sabemos das condicoes precarias do aeroporto de Macae, os pilotos sao bem treinados mas trabalham como motoristas de onibus, vao e voltam o dia inteiro, nao ha tempo habil para a verificacao prevista no plajemento de manutencao preventiva das aeronaves, mesmo que se apure como uma fatalidade, alguma atitude deve ser tomada, investimento em aeronaves e mao de obra, medidas adicionais de seguranca e principalmente estipular um horario mais cedo para o fechamento do aeroporto para decolagem, isto pode nao evitar fatalidades mas com certeza iria minimizar a possibildade de acidentes e maximizar a possibildade de resgate em ”fatalidades”.
    Ja que voce tem transito livre entre as autoridades, profissionais e especialistas de essa sugestao ou apure junto a eles se faz ou nao sentido este desabafo de um trabalhador que sai de casa para buscar o sustento e e pede somente um pouco mais de atencao e seguranca
    Desde ja agradeco
    Rodolfo Marins

    • rodolfo a intençao de subir e normal pois se tiver voando baixo e tiver perda do outro motor o piloto não tem muito oq fazer, leia sobre teoria de vôo que vai entender oq é curva do homem morto, voar com altitude ele tem maior possibilidade de um pouso mais suave em de nessecidade de uma manobra de auto rotação.
      um abraço.

  15. Olá pessoal! Olá amigo Lotfi!
    Não pude deixar de comparecer a este debate pois, como bem sabe o Lotfi, sou profissional de ambas as áreas: Maritima, e de segurança. E percebi a necessidade de falar sobre algumas questões levantadas aqui.

    Bem, pessoal, a realidade do transporte aereo em macaé é a mesma que em São Paulo, e e, outros grandes centros urbanos. Sendo esta realidade a seguinte: Muita gente pra voar, poucas aeronaves, pouco tempo para se descansar. E isso é latente quando nos referimos a Macaé! Não quero aqui trazer um debate infinito acerca de como são as operações de helicópteros nesta região,mas quero trazer ao debate o cerne da maioria dos comentários deste texto, que pra mim foi se a queda desta aeronave foi ou não fatalidade, e se a queda foi oriunda de pouca manutenção ou outros motivos (Imperícia, imprudência ou negligência; fadiga; etc.).

    Levando-se em conta o texto das entrevistas, temos uma visão macro de como é a aviação desta região. Pois é bem verdade que tudo que foi comentado é verídico. As aeronaves realizam manutenções periodicamente e dentro de suas horas-voo. Há treinamentos periódicos aos pilotos, e política de segurança aérea é muito atuante a fim de garantir a segurança das operações aéreas e das pessoas que se utilizam deste serviço. Ótimo! Não fazem mais do que a obrigação. Mas sabemos, também, que isso é muito difícil quando a demanda de voos é grande.Quando a exigência das empresas, e a pressão da logística se tornam rotina.
    E dentro desta realidade, que é a de pressão ou a de “tempo é dinheiro”, que acabamos olhando para o que diz os comentários aqui postados. Pois a grande insatisfação das pessoas que utilizam ou não este serviço é a de que não sabemos se é seguro voar! Não se sabe se aquela manutenção feita na aeronave, ou que muitas vezes é feita de forma rápida e através apenas de check-list, está sendo eficaz ou não; não sabemos se a fadiga está acomentendo e comprometendo a perícia dos profissionais que estão pilotando estas aeronaves; Enfim, não sabemos de muitas coisas!
    Sabemos, sim, é que os acidentes e fatalidades continuam acontecendo e vidas continuam a se perder. E não cabe a mim, um simples julgar as responsabilidades deste fato,mas cabe a mim procurar o debate de meios que proporcionem novas medidas para a salvaguarda das vidas quando em trânsito nestas aeronaves. Cabe a mim, e a todos aqueles que se utlilizam deste serviço, pois colocamos nossas vidas naquele helicóptero e nas mãos daqueles profissionais. E nos cabe, sim, exigir respostas acerca deste acidente.
    Por fim, além de parabenizar ao Lotfi pelo texto, quero trazer uma outra questão: Os voos e as aeronaves são extremamente checados quando saem de TERRA – PLATAFORMA, mas e no contrário é a mesma coisa? E as operações de voo nas plataformas, como estão sendo realizadas? E a segurança de voo, o guarnecer de heliponto, a padronização de helipontos, as comunicações entre piloto-plataforma, etc estão sendo realmente respeitadas? Cabe lembrar um detalhe muito importante: A GRANDE MAIORIA DOS ACIDENTES ACONTECE NA VOLTA, e não na ida! Por quê?

    Abraços!
    Fabiano Ossola

    • Concordo com quase tudo que voce disse Fabiano, mas nao faz sentido nenhum o final de seu texto ”A GRANDE MAIORIA DOS ACIDENTES ACONTECE NA VOLTA”, se a aeronave caiu, ou foi uma falha mecanica nao prevista na manutencao ou uma ”fatalidade, etc, o que uma operacao mal efetuada de pouso e decolagem na plataforma pode interferir no voo? se a aeronave foi danificada de alguma forma durante a operacao de pouso e decolagem na plataforma, o piloto deveria ter informado ao apoio, nao? Como ja disse anteriormente na minha ignorancia nao vejo que interferencia pode ter sido causada na aeronave durante esta operacao.

  16. Vcs estão a procura de fatos que possam ter auxiliado no acidente ?? estão procurando no lugar errado como sempre…pesquise a empresa em si…entreviste os funcionarios na area de manutenção, verifique o quem tem ocorrido dentro da empresa nos ultimos 6 meses, saida de funcionarios, descontentamento, pressão por parte da diretoria….
    Hai sim…vcs irão encontrar as causa de mais uma tragedia….

  17. Eduardo
    Bom… primeiramente meu nome não é esse e não vou me identificar, sou comandante de helicóptero, estava voando no dia do acidente e voo o AW139, mesmo modelo do acidentado… vamos aos fatos, primeiro ponto, os pilotos desse modelo estão com medo de voar o helicóptero, porque ele vem com um histórico muito grande de acidentes no ultimo ano de perda da cauda e caixa do rotor de cauda e até o momento não houve uma correção dos componentes que a meu ponto de vista seja satisfatória e sim paleativa, como reparar rachaduras na cauda e vistoriar o rotor de cauda entre os voos. Tudo que falarmos aqui com relação a causa do acidente será mera especulação… temos que esperar a conclusão das investigações, para só depois pensar em voltar a voar neste helicóptero, que por sinal é uma puta maquina, mais que infelizmente está dando este tipo de problema…
    segundo ponto, o resgate: NÃO temos um resgate satisfatório para esse tipo de acidente, o primeiro rebocador apesar de estar relativamento perto do local demorou 2 horas para chegar, e a Marinha do Brasil a qual estamos dependentes, demorou a chegar no local do acidente a exatos 5 horas, é isso mesmo minha gente 5 horas, eles foram acionados e demoraram 3 horas pra chegar em macaé, ao chegarem em Macaé, demoraram mais 1:40hs para decolar para o local, isso sem falar do total despreparo da equipe, eles não conheciam a área, não sabiam onde era Maspi que é simplesmente um fixo da rota próximo do acidente, onde basta ver no mapa da área e ainda por cima se preocuparam em fazer plano de voo, em uma missão SAR que é de salvamento NÃO precisa fazer plano de voo… bom.. estamos nas mãos deles!!
    Amigos chegaram ao local do acidente, após 3 minutos do ocorrido e só viram destroços, pedaços… portanto o helicóptero ja tinha afundado, ele não deu a menor chance para a tripulação. Agora me respondam, se por um acaso, alguém sobrevive a queda e está no mar machucado e com o seu colete boiando, sobrevive? vai morrer de hipotermia!! Não podemos deixar passar esse momento e temos que exigir da Petrobras um plano de resgate e salvamento próprio para este tipo de acidente, não podemos mais ficar nas mãos da Marinha!!
    Espero ter aberto os olhos de alguns!!
    Saudades dos amigos que se foram….

  18. Marcos,
    Peço sua permissão para transcrever aqui algumas matérias que tenho lido em diversos sites e, indico-os para que como pesquisador e profissional da comunicação que é, possa apurar as matérias e nos auxiliar a busca por segurança verdadeira ao invés de aparente:

    São elas:
    Senhores, o que eu gostaria de entender é, porque estas aeronaves, ainda estavam voando para a Petrobras se seu historico de incidentes e acidentes tem sido grande; vejam materias que transcrevo abaixo, recentemente publicadas:
    Helicóptero que caiu passou por ocorrência grave há um mês
    A aeronave da empresa Sênior prefixo SEK que caiu na última sexta-feira, 19, causando as mortes dos petroleiros Ricardo Leal de Oliveira e João Carlos Pereira da Silva, além dos tripulantes Rommel Oliveira Garcia e Lauro Pinto Haytzann, havia passado por ocorrência grave há apenas um mês, em 18 de julho.

    Como registrou a edição 707 do boletim Nascente, que circulou em 21 de julho, petroleiros da plataforma P-27 passaram por grande susto quando a aeronave realizou um pouso em condições anormais na unidade.

    “Na segunda, 18, um helicóptero da Senior Taxi Aéreo, prefixo SEK, do voo das 7 horas, que partiu o Heliporto de São Tomé com 12 passageiros para a P-27, realizou um pouso em condições perigosas na unidade”, registrou o boletim do sindicato.

    Após o pouso, uma tentativa de decolar sem passageiros foi realizada, mas a trepidação forte não permitiu a operação. A tripulação abortou o retorno e uma equipe de manutenção embarcou na unidade.

    Na época, a Petrobrás informou que foi identificado problema de “bleed valve” no helicóptero. A manutenção foi feita a borto e a aeronave retornou à base, de acordo com a empresa, “com todos os parâmetros normais”. Após checagem em solo, o helicóptero foi novamente disponibilizado para voo.

    A matéria registrou ainda que, “minimizando o perigo, a empresa atribui a apreensão dos trabalhadores ao “ruído diferente, muito alto” provocado pelo “stall de compressor”, em razão da oscilação de uma das turbinas, “o que geralmente assusta os passageiros”.

    O Sindipetro-NF entende que os problemas técnicos que motivaram a ocorrência do último dia 18 podem não ter relação com as motivações da queda na última sexta, ainda em apuração. O caso evidencia, no entanto, a sucessão de situações de risco enfrentadas pelos petroleiros, a ponto de ocorrências distintas acometerem uma mesma aeronave em um curto espaço de tempo, sendo uma delas com consequencias trágicas
    do site: http://www.sindipetronf.org.br/Publicações/Nascente/tabid/63/Default.aspx?Edicao=341&Materia=3123

    Mais uma:
    [Internacional] Helicópteros Augusta AW139 estão proibidos de voar pelo fabricante.

    por Amilckar em Sab 14 Maio 2011, 15:43
    site:http://www.voovirtual.com/t8732-internacional-helicopteros-augusta-aw139-estao-proibidos-de-voar-pelo-fabricante

    .HELICÓPTEROS AUGUSTA AW139 ESTÃO PROIBIDOS DE VOAR PELO FABRICANTE
    Segundo acidente com uma aeronave AW139 da empresa Gulf Helicopters perdeu o rotor de cauda durante o táxi.
    Os passageiros nada sofreram. A história poderia não ser tão boa caso o acidente ocorresse durante o voo.
    Na aeronave havia dois tripulantes e nove passageiros. Uma das pás do rotor de cauda foi encontrada a 75m da aeronave
    A Agência Nacional de Segurança de Voo italiana(ANSV), deslocou um de seus investigadores para o Qatar para ajudar nas investigações.
    Como já é a segunda vez que ocorre tal acidente com o mesmo modelo, foi liberado hoje pela mesma agência um boletim colocando os helicópteros AW139 de todos os países no chão.
    No Brasil as principais operadoras do modelo utilizam a aeronave para transporte Offshore e também de cargas.
    Em Macaé, várias aeronaves ficaram no pátio. O translado só foi realizado para plataformas com os modelos S-76, S-92, EC-155 e outros que não pertencem a Agusta Westland. Em nota a Agusta informou que também deslocou engenheiros para o aeroporto de Doha e que ajudará nas investigações.

    é um histórico de ocorrencias !!!
    por que ainda voam ?

    uma terceira matéria:
    Re: [Internacional] Helicópteros Augusta AW139 estão proibidos de voar pelo fabricante
    por Icem@n em Dom 15 Maio 2011, 08:40
    na página: http://www.voovirtual.com/t8732-internacional-helicopteros-augusta-aw139-estao-proibidos-de-voar-pelo-fabricante

    .Pelo que eu me lembre, já tinha sido emitida uma recomendação pelo fabricante e que as empresas brasileiras já tinham se adequado a elas. Acho que a uns 2 anos atrás.
    Achei. Foi ano passado. O problema é e a delaminação das camadas da estrutura composta do tailboom. Ou reforça ou troca ele todo.
    Esse aí não deve ter passado por tal reparo. Ou é outro tipo de falha.

    http://rgl.faa.gov/Regulatory_and_Guidance_Library/rgAD.nsf/list/2009-19-51?OpenDocument (ESTE LINK, nos leva a um relatorio oficial de acidentes/motivos e reparos necessários), esta disponivel, para quem quiser ler, e para as autoridades do setor embasada, pedir que estas aeronaves não voem mais, pelo menos não aqui; sob as normas da INFRAERO. Será possível ? Desejo muito acreditar que sim.

    um abraço.

  19. boa noite, meu nome não é Arthur e não irei me identificar,
    trabalho no ramo da aviação, como o comentário acima do amigo cmte. devemos pressionar a fabricante pois na quarta-feira antes do acidente houve um outro acidente com o mesmo modelo na china e o fabricante não se pronunciou a respeito pois se tivesse se pronunciado talvez não teríamos perdido amigos e colegas de trabalho.
    VAMOS EXIGIR MELHORIA NO PROJETO AW139 POIS COM AQUELA CAUDA E PÁS DO TAILROTOR NÃO DÁ!!!!!!!!

    • Cibele, boa tarde,
      bom o boletim significa que as pá do rotor de calda terão vida limite de uso de 600 horas de vôo ou 1500 pouso oq ocorrer primeiro,
      mais para nós do ramo significa, a fabricante AGUSTA está admitindo que a motivo da queda da acft (aeronave) foi dela.
      é bom ressaltar que a vida limite das pás de calda tinham vida limite de 10.000 horas de vôo.
      pelo oq comentasse e que a aeronave da SENIOR teve a perda do rotor de calda.
      lamentamos muito o ocorrido e esperamos que a fabricante se pronuncie melhor pois a atitude que tomou baixando a vida limite não sera o suficiente, tem mesmo que trocar as pás da calda, enquanto isso não aconteça a Petrobras e as autoridades como ANAC não deveriam deixar esse ,modelo de aeronave voltar ao vôo.

  20. Sou piloto de S76 A e C++…não troco essa máquina por nada…Deus me livre voar no triturador de carnes AW 139. To fora compadi!!!
    Me deixem voar tranquilo no meu alfinha, que apesar de ter mais de 20 anos de uso, ainda dá um caldo e me permite noites de sono tranquilas…

  21. Senhores, Boa Noite
    Alguém já tomou conhecimento do Relatorio do Acidente ?

    ISO-8859-1″PR-SEK-Relatorio de Segurança de Voo

    tenho o relatorio em PDF, mas não sei como colocar aqui no site para os senhores poder ler.

  22. BOA NOITE A TODOS, PRIMEIRAMENTE PEÇO QUE TODOS OREM PELOS FAMILIARES DESSAS PESSOAS QUE NOS DEIXARAM.
    AMIGOS TRABALHO COM ESSE MODELO DESDE SUA CHEGADA AO
    BRASIL, E O PR-SEK FOI O PRIMEIRO AW 139 A VOAR AKI NA NOSSA BACIA, O QUE DIZER DESSA MAQUINA , FICO MUITO TRISTE QDO VEJO CMTS DIZENDO QUE SÃO MAQUINAS CARNICEIRAS, E QDO SABEMOS QUE ALGUNS DE NOSSOS CMTS SÃO TRITURADORES TAMBÉM, FALO ISSO PQ TEMOS QUE TER MUITO CUIDADO COM AS
    PALAVRAS
    PERGUNTADO AO CMT DA AERONAVE PELO MECANICO COMO ESTAVA A MESMA ELE RESPONDEU:
    NÃO FAÇA NADA , ESSA MAQUINA É A MELHOR DA FROTA

    CAROS AMIGOS , FALO COM PROPRIEDADE QUE SÃO OTIMAS MAKINAS, PORÉM SÃO MODELOS NOVOS , E COMO SABEMOS PRECISAM DE MODIFICAÇÕES KADA VEZ MAIS PARA MELHORIA DE SEGURANÇA, INFELIZMENTE AS PÁS DO ROTOR DE CAUDA TEEM SIM UM PROBLEMA DE PROJETO OU DE FABRICÇÃO DA MESMA , E É NISSO QUE TEMOS QUE NOS ATENTAR , TEMOS QUE TOMAR CUIDADO

    ]]
    O AW 139 É SIM UMA EXELENTE MAKINA , QUE COMO TODAS AS OUTRAS PASSAM POR PROCESSOS DE OPERAÇÕES , É UM MODELO NOVO QUE PRECISA VOAR PARA QUE AOS POUCOS DESCUBRAMOS SUAS LIMITAÇÕES E JUNTAMENTE COM O FABRICANTE POSSAMOS FAZER MODIFICAÇÕES CADA VEZ MELHORES PARA PODERMOS TER MAIS SEGURANÇA, E INFELIZMENTE COMO VEMOS AS PÁS DO ROTOR DE CAUDA TEM SIM

  23. o que peço também é uma responsabilidade maior das petrobrás em relação aos contratos com as empresas, contratos esses que devem ser melhores avaliados : o que vale mais, o helicóptero indisponivel para voo ou a petrobras transportando seus passageiros. será que a petrobras se preocupa mesmo com segurança de voo , ou só qdo é conveniente, só estando dentro das empresas para sabermos o que relamente rola .

  24. PODEM TER CERTEZA CAROS AMIGOS, RESPONDO PELA EMPRESA , QUE ESSES HELICÓPTEROS VOAM COM A MAIOR SEGURANÇA POSSÍVEL, INFELIZMENTE MAIS UMA FATALIDADE ACONTECEU…
    FIQUEM COM DEUS

  25. Cadê o moderador que não da mais opinião? esse acidente NÃO foi fatalidade!!! e o helicóptero TEM PROBLEMA SIM!!! não voem esse modelo antes das correções necessárias, a poucos dias, amigos da Aeróleo transladando uma maquina zero, no caminho com apenas 35horas de voo, ao pousar devido a tempo ruim, descobriram rachadura em uma das pás do rotor de calda… minha gente, 35 horas de voo e encontraram um rachadura!!!!!!! agora olha o relatório preliminar de um investigador da FAB no caso do acidente do PR-SEK:

    Prezados Amigos,

    Este é o relatório da FAB sobre o último acidente, onde perdemos dois colegas aviadores e mais dois colegas petroleiros.

    Como ex-piloto da FAB e como engenheiro entendo que este acidente foi ocasionado por um ato criminoso. Sabemos que em engenharia se alguém recomenda uma inspeção de 25 em 25 horas (+- 3 dias de operação da aeronave) é porque não teve coragem suficiente para enfrentar um gerentão e determinar que o projeto deste elemento de máquina está condenado, além do mais sabemos que inspeção em compósito beira a bola de cristal.

    O que aconteceu foi que os técnicos do fabricante italiano foram pressionados a emitirem esta recomendação de inspeção para não terem de parar toda a frota a nível mundial deste modelo de helicóptero mas vemos que a única solução para este problema é REPROJETAR o rotor de cauda pois se isto não for feito e continuarem simplesmente com esta recomendação outras aeronaves irão cair da mesma maneira.

    Infelizmente estou percebendo que a solução que querem adotar é continuarem com a fictícia inspeção nas pás do rotor de cauda e colocarem de novo este modelo de helicóptero para voar. Por que falo isto? Porque o boletim do sindicato não mencionou este relatório da FAB? No dia 01/09 tentei falar insistentemente com o diretor do sindipetro valter de oliveira,designado para a comissão deste acidente, e mesmo deixando recado no celular dele, explicando todo o problema, ele foi incapaz de retornar a ligação.

    Senhores, mesmo estando fora da área sinto-me na obrigação de repassar estas informações pois possivelmente vocês não tenham acesso a elas com a facilidade que as tenho. Meu objetivo é preservar vidas daqueles que já labutaram comigo, se vocês entenderem que isto deve ser divulgado para outros fiquem a vontade.

    Um grande abraço e que Deus os proteja.

    • Prezado Eduardo,

      Parafraseando o Ex-presidente da República, Fernando Henrique Cardoso, só quem é burro não muda de opinião diante de fatos novos. A conjectura perante à apuração feita antes do relatório do CENIPA era a de fatalidade sim. Foram ouvidos especialistas na área, inclusive um piloto desta aeronave empregado na empresa envolvida no acidente. Nós, à época da matéria, já havíamos recebido opiniões como a sua e tivemos, por colaboração dos nossos leitores, acesso a novas informações que nos permitiram conjecturar a situação com a qual você se depara agora.

      No jornalismo, a apuração é um processo constante. Até a conclusão definitiva dos fatos, inúmeros artigos e matérias são publicados, levando em conta as opiniões presentes em cada momento. Ao conjunto destas produções, dá-se o nome de cobertura jornalística, a qual, sobre este fato, ouso dizer que a feita por nós no Portal Marítimo foi a mais completa, visto que soubemos do acidente antes da mídia e continuamos publicando informações relevantes depois que a mídia “largou o caso”.

      Ficamos felizes em saber que nossas matérias despertam opiniões inteligentes dos nossos leitores – como você que, com indignação, nos contrapõem com fatos, e não com achismos, como muitos por aí fazem. Você, Eduardo, contribui para que o nosso jornalismo continue sendo de ponta e, na minha mais sincera opinião, o melhor jornalismo especializado em Indústria Offshore do país.

      O que nos faz diferentes é exatamente isso. Jogamos junto com os leitores! Valeu, amigo!

  26. Caro Marcus Lotfi, belas palavras, obrigado pelo espaço!!
    bom… tenho mais fatos.
    A poucos dias tive em uma reunião com representantes da Agusta (fabricante do AW139) aqui no Rio de Janeiro, nela se encontravam um piloto de teste e um engenheiro da Agusta e quase todos os pilotos da Senior Taxi Aereo que voam o equipamento. Primeira coisa que o gringo nos pediu, foi que não divulgassemos o conteudo da reunião.Nos foi mostrado e discutido todos os acidentes ocorridos com AW139…. vamos aos fatos: Em um total de 9 acidentes com esse tipo de aeronave, 3 largaram uma pá do rotor de calda e em consequencia o rotor por completo, isso significa que 30% dos acidentes tem a mesma causa. No meio da sabatina de perguntas, o piloto de teste falou que a fabricante também estava preocupada e mostrou projetos e modelos de pás novas que estariam em estudos e testes, foi ai que um dos pilotos da Senior presente no local fez a seguinte pergunta:
    A quanto tempo a Agusta está trabalhando neste projeto? e sabe qual foi a resposta?! isso não podemos falar!!!!
    depois dessa resposta, não tenho a menor duvida que a Agusta já trabalhava nesse projeto desde o primeiro acidente e não tiveram a decência de parar mais de 400 helicópteros por um erro de projeto… porque será? muuuuuito dinheiro, é mais barato bancar outros acidentes, inclusive com vidas!!!
    sai da reunião me sentindo um rato de laboratório!! ou até mesmo um piloto de testes da Agusta, só esqueceram de me pagar por isso!!!
    Até…

  27. outro dia tive conversando com um piloto que voa ha muitos anos na bacia de campos e ele me disse que não voa nesse AW139 nem por emergencia,dai da pra se ver, não esqueçam que o koala de goias também é da agusta,será que e coincidencia?

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