Cabotagem reforçada pela Indústria Automobilística

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O crescimento de determinado setor, em geral, tem como reflexo o aumento da demanda em outros segmentos. É o que vem acontecendo em setores como o automobilístico, motociclístico e de auto-peças.

De acordo com a Fenabrave, as vendas de automóveis somaram 306.171 unidades em março de 2011, o que representa um acréscimo de 11,6% sobre o mesmo período do ano passado. Fatores como acesso ao crédito, financiamento, promoção e a expansão da renda contribuem para o aquecimento do setor.
O crescimento do mercado automobilístico mobiliza não só a indústria, mas também os fornecedores, que por sua vez movimentam as empresas de logística e de cabotagem. Nesse caso, o transporte marítimo de cargas por contêineres torna-se uma opção viável para compor a cadeia de logística.

Segundo o presidente da Mercosul Line, Roberto Rodrigues, a expectativa é que as indústrias automotiva, duas rodas e auto-peças passem a utilizar mais a cabotagem como uma alternativa ao transporte de cargas. “O modal aquaviário já é bastante utilizado por estas indústrias no cenário internacional e a tendência é que no transporte dentro do Brasil a utilização da cabotagem seja ampliada, considerando os diversos benefícios desse modal”, comenta Rodrigues.

A cabotagem é mais econômica: o valor por quilômetro percorrido custa até 50% menos quando comparado ao modal rodoviário. Além disso, reduz a necessidade de estoque, garante maior integridade da carga, é mais segura e gera menos avaria. Outro fator relevante é a redução na emissão de poluentes e contribuição para o melhor gerenciamento da cadeia logística.

Segundo Relatório da Agência Nacional de Transportes Aquaviários, o aumento no serviço de cabotagem dobra a cada sete anos no mundo. Nesse sentido, a Mercosul Line está constantemente empenhada em apoiar o desenvolvimento desse modal.

Para mais informações sobre o mercado da cabotagem, perspectivas de negócios e a atuação da Mercosul Line na cabotagem, o porta-voz é o Presidente da Mercosul Line, Roberto Rodrigues.

Por Redação Portal Marítimo

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