Abaixo-assinado pela Techint e Subsea 7 é apoiado pela Prefeitura de Antonina

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A Prefeitura de Antonina está divulgando o abaixo-assinado em favor da instalação das empresas Techint e Subsea no município de Pontal do Paraná. A Techint também pretende instalar uma unidade em Antonina numa área de 100 mil metros quadrados do Terminal Barão de Teffé.

“Nós, de Antonina, temos muito a perder se estas empresas não conseguirem se instalar em Pontal. Portanto, pedimos aos amigos que assinem o abaixo assinado”, afirma o texto da Assessoria de Comunicação da Prefeitura, que divulga o link da petição.

No fechamento desta matéria, haviam 133 assinaturas na petição. Acesse aqui:http://www.peticaopublica.com.br/?pi=P2011N15821

O abaixo-assinado eletrônico foi criado por moradores no site Petição Pública para pedir a liberação das licenças ambientais em Pontal. A petição faz duras críticas à atuação dos ministérios públicos, que moveram ações conjuntas para suspender a instalação das empresas: “Neste dia 24 de outubro os nossos sonhos foram todos desfeitos pelo Ministério Público Federal e Ministério Público-PR, através dos promotores Sérgio Luiz Cordoni, Alexandre Gaio e o procurador federal Alessandro José Fernandes de Oliveira, que moveram ação, a qual foi amplamente divulgada pelos meios de comunicação, contra a instalação da Italiana Techint no balneário de Pontal do Sul”.

“O IAP do Paraná já havia liberado as licenças ambientais para o início das obras, pautando sua decisão com certeza na lei e no interesse da coletividade, tanto que a empresa Techint havia formalizado contato com o sistema FIEP para o treinamento e capacitação da mão de obra, que seriam a principio 120 vagas para Pontal do Paraná, 70 para Matinhos e 70 para Paranaguá e com a certeza da abertura de aproximadamente 3.000 vagas diretas”.

“Uma ação semelhante foi impetrada contra a empresa norueguesa Subsea 7, pelos mesmos senhores, afastando a empresa do litoral paranaense e que por esse motivo acabou se dirigindo para outros estados, onde não encontram tanta resistência, como por exemplo nosso estado vizinho Santa Catarina”, continua.

“Dá-se a nítida impressão que os senhores acima citados nunca conviveram mais que trinta dias, provavelmente janeiro, em nosso município”, diz o texto.

Com as informações – Gustavo Aquino / Correio do Litoral

Por Rodrigo Cintra

5 COMMENTS

  1. eu, como maritimo busco a vida fora do meu estado…por nao ter oportunidades na area aqui, e quando resolvem investir algumas pessoas fora da realidade travam nossas chances de crescimento em nosso municipio que sobrevive apenas de temporada que duram 3 meses no verao…viriam eles esses promotores viver aqui no inverno?
    ….enquanto isso outros estados agradecemm…..patifes!!!!!

  2. temos que ajudar as cidades do nosso estado, dando a elas, todas as condiçoes de viver tranquilamente o ano todo, e não tres meses no ano inteiro. Não moro no litoral mas precisamos ajudar o nosso estado e não os outros estados.

  3. Parece até brincadeira ,
    Isso é descaradamente uma sujeira com o nosso povo paranaense, algo dessa dimensão ajudaria e muito , além do povo da região , varias empresas do nosso Paraná.

  4. Uma vergonha são empresas com a chevron, que após esse incidente evitável mente para a imprensa e não está preparada.

    Se querem esse tipo nde atividade tudo bem, desde que seja da maneira correta, com licenciamento ambinetal correto, e não politicagem barata.

    Pra resumir. O Ministerio Publico que tanto defende a sociedade parananense em casos diariamente notiados na impensa, se prununcia mais uma vez e defesa do direito de um meio ambiente saudavel para nós e nossos filho, só exigindo que as coisas sejam feitas como a lei determina e sem politicagem.

    O ministerio é imune aos interesses privados de corporações que procuram lugares onde é mais facil manipular o povo local e o meio ambiente.

    Acorda litoral! Abram as portas para as empresas sérias e comprometidas com o desenvolvimento e preservação do meio ambiente. Não se deixem ser explorados.

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