Carapebus crescendo para acompanhar o Pré-sal

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Em tempos de preparação para a Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016, que atraem investimentos nos mais diversos setores da economia do Rio de Janeiro, o município de Carapebus — vizinho de cidades importantes como Macaé, Campos e Quissamã, no Norte Fluminense — se reinventa no rastro das oportunidades oferecidas pelas atividades ligadas ao petróleo, gás, investimentos portuários (como o Porto do Açu) e a duplicação da BR-101.

Para a prefeitura local, a crescente demanda de atendimento mais rápido e próximo às necessidades do Pré-Sal fazem Carapebus uma opção estrategicamente bem localizada neste contexto de expansão industrial, imobiliária e de serviços que estão atraindo investimentos.

A atual administração em Carapebus, liderada pelo prefeito Amaro Fernandes, esclarece que investe na qualidade de vida da população com o aumento na oferta de emprego via implantação da Zona Especial de Negócios (ZEN) e no incentivo ao produtor rural , o que promove o desenvolvimento econômico sustentável incluindo o município como a ‘bola da vez’ na região da Bacia de Campos, que concentra 80% da produção nacional de petróleo.

A ZEN de Carapebus está indo a todo vapor: ao todo 14 importantes empresas estão se instalando no local com previsão de início de atividades para o próximo ano, disponibilizando para a cidade mais de dois mil empregos diretos. 

Em paralelo à construção da ZEN, a prefeitura investe no desenvolvimento da agricultura, para abastecer o mercado interno e exportar o excedente para os potenciais compradores dos municípios vizinhos, incentivando os produtores para a melhor comercialização de seus produtos.

As empresas estão divididas em 242 mil metros quadrados localizados na RJ 182, às margens da BR-101. Lá estarão as empresas Mayflay, Pinheiro e Casallas, TBTC Soluções Construtoras, União RCR Comercial Macaé Ltda, Petro Mundos Soluções, CSM Soluções em Produtos Metalúrgicos, W Conex, L.C. Inspeções Técnicas Ltda e Rovos Metais entre outras, todas voltadas para a fabricação de produtos na área offshore.

Com as informações – O Dia

Por Rodrigo Cintra

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