Transpetro recebe navio torto

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A Petrobras encontra dificuldades para encontrar estaleiros capazes de fornecer 35 sondas de perfuração para a empresa, de acordo com informações do jornal O Estado de S.Paulo publicadas neste sábado.

O Estaleiro Atlântico Sul (EAS), de Pernambuco, é o caso mais emblemático, pois já extrapolou em cerca de um ano o prazo de entrega de encomendas à Transpetro, conforme o jornal. Segundo a publicação, o estaleiro virou motivo de chacota no setor por causa do navio João Cândido, que estava torto e com problemas de solda.

Formado pelas empresas Camargo Corrêa e Queiroz Galvão, o estaleiro perdeu em março o sócio coreano Samsumg, considerado o único com tecnologia para montar sondas. Agora o consórcio busca novos sócios, entre poloneses e japoneses, para fornecer a tecnologia e entregar as encomendas à estatal, diz o jornal.

Com as informações – Terra

Por Rodrigo Cintra

9 COMMENTS

  1. Torto é pouco, outro pequeno detalhe é o “esquecimento” e falta de aprovação de algumas partes da estrutura………..

  2. e a petrobras o governo a marinha do brasil as agencias classificadoras o crea etc… bando de sangue suga pegaram grana para aprovar tudo.

  3. TAMBEM OLHA SO QUEM ESTA POR TRAS DA CONSTRUCAO
    AS MESMAS EMPRESAS QUE ROUBAM OS COFRES PUBLICOS E ENTREGAM AQUELAS PONTES QUE DEPOIS DE 3 MESES TAE QUE RECAPEAR TUDO DENOVO SABEM QUEM FINANCIA A CAMPANHA DA DILMA???
    ESSAS MESMAS PORCARIAS
    E QUEREM FAZER DO BRASIL UMA POTENCIA EM ESTALEIROS???
    MAIS E A GLOBO QUE NAO NOTICIAM ESSAS COISAS????
    VERGONHA!!!

  4. a localisaçao do estaleiro, foi ercolhidapoliticamente. queiram ou nao, o q restou de tecnologia ta no rio de janeiro.

  5. Partindo do princípio que a formação de um Engenheiro Naval, Mecânico, Elétrico, Telecomunicação e Eletrônico, leva em média: 8 anos de curso de 1º grau, mais 3 anos de curso de 2º grau, mais 5 anos de curso de engenharia, mais no mínimo 10 anos de experiência na profissão escolhida trabalhando em boas empresas do ramo. E que os profissionais hoje existentes no Mercado já estão empregados, não existindo disponibilidades em prateleiras. Além do mais que as empresas que ganharam as licitações de construção do objeto em questão, não são especializadas na área naval, só podia dar no que deu, uma grande M.
    Ou seja, estes caras são especializados em outras áreas voltadas para a construção Civil e claro ganharem muito dinheiro sem grandes responsabilidades. Para quem tem um pouquinho de visão, poderia perfeitamente ter observado que provavelmente seria um grande problema para os clientes que confiaram nos caras de pau.
    Espero que este fato não venha comprometer o trabalho das pessoas sérias que estão trabalhando na área naval.

  6. … Desgraçadamente perdemos nossos honrados lideres, todo novo investimento nos seguimentos de nossa indústria naval, estão a cargo de “políticos trambiqueiros = PT”, no extremo do nordeste, assim como no extremo sul, é só o “faz de conta”. O povo, juntamente com o trabalhador é quem paga.
    É sabido por todos nós que no RJ, não temos mais os grandes empresários e empreendedores do século passado, depois do efeito Marítima&Petrobras, onde fecharam por mais de 10 anos o Verolme, o Ishikawajima, o Mauá e o Emaq, todos em poder de Nelson Tanure e um presidente de um tal de Flamengo… Mais tarde também o dono da Oceanair, hoje Avianca. Todos os grandes projetos e empreendimentos foram, “politicamente direcionados para os extremos do nosso litoral.
    A cultura destas regiões nunca foi voltada para construção naval, sendo assim o efeito migratório funcionou até um determinado ponto, a utilização e a exploração de mão de obra, enquanto os investimentos para emancipação destas regiões, ficaram para serem distribuídos em famosas “caixinhas”, para promoverem as bandas de axé baianas, (Claudia Leite, Ivete, chiclete e outros), pagos pelos “Royalties”.
    A Queiroz Galvão, assim como a Engevix e Odebrecht, são grandes parceiras dos governantes e gozam de grande prestigio como empreendedores. Mesmo com os atrasos, erros grotescos de engenharia, a penalização só cabe aos trabalhadores com a dispensa pura e simples, enquanto aos verdadeiros diretores e empresários, sobram novas negociações e negócios ainda maiores como premio, tudo isso porque temos um governo que garante o pagamento, uma vez que ele de certa forma irá retornar e também sob o lema de ser a Petrobrás do tamanho do Brazil.

    J. A Lannes
    Este é o Brazil de todos…

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