Leitor opina sobre os problemas de Aracruz (Barra do Sahy e Barra do Riacho)

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Muito se fala a respeito de mão de obra local, absorção do pessoal que vive em determinadas regiões e no fim das contas, vemos muita Política envolvida nisso. Houve problemas visíveis em relação ao Estaleiro Atlântico Sul e agora surge (na verdade ressurge) a discussão em torno do Estaleiro Jurong em Aracruz e tudo o que este grande empreendimento pode fazer naquela região do Espírito Santo.

Leiam abaixo a opinião de um de nossos leitores a respeito deste fato:

“Por acaso encontrei este site e apos ler os comentários vou expor aqui alguns pontos. No ano de 2008 enfrentei um grande problema em Aracruz (Barra do Sahy e Barra do Riacho).

Sou proprietário de uma empresa em Belo Horizonte e para trabalhar em uma obra na região eu fui obrigado a deslocar 342 profissionais de Belo Horizonte para Barra do Riacho e Barra do Sahy.

Abri um processo seletivo o qual busquei profissionais com experiência em toda região, após algumas discussões pois sempre tinha uma pessoa ligado a algum órgão publico o qual queria emprego para algum parente ou conhecido.

Em 97% das seleções que fiz na região apenas 3% do total tinha qualificação a altura para trabalhar em nossos departamentos de telecomunicações.

O pior foi que acreditando encontrar mão de obra qualificada o tempo foi passando e fui obrigado a deslocar profissionais de Belo Horizonte para a região por não conseguir completar o quadro de produtivos, até mesmo segurança formado, cozinheiras especializadas eu tive que deslocar.

Tive um gasto de 64% a mais pois alem de alojamentos, moradias, alimentações e lazer para todos profissionais sairão fora do planejamento do projeto.

Não estou dizendo por estimativa em cima dos profissionais que levei para a região, mas eu mesmo pessoalmente pude ver na pele as dificuldades de cada um.

Fiquei na região entre o mês de Março a Junho de 2008 com minha esposa e minha filha de apenas um ano na época, fui acompanhar de perto o meu projeto e para ser sincero a região não esta preparada para receber muitos profissionais de fora, mas por outro lado a prefeitura municipal e o próprio estado não investem nas qualificações locais, na verdade fazem políticas com as obras e prometem o que não podem dar a população.

Para quem não conhece Barra do Riacho deveria conhecer, na época tinha um vereador que residia na própria Barra do Riacho e nada ele e a Prefeitura fizeram pelo local, pior a única quadra que existe no local esta totalmente danificada pois não ouve manutenção na mesma.

Estarei em outubro na região novamente e com certeza levarei mais de 463 profissionais para a Barra do Sahy e não abro mão mesmo de contratar pessoas do local desde que atendam as necessidades de nossa empresa.

Um fato curioso que aconteceu foi que 12 veículos de nossa empresa necessitou de manutenção e o único mecânico que na época existia na Barra do Riacho era próximo a empresa Tecvix, acreditem eu pedi um orçamento e o mesmo condenou um motor de uma Saveiro 2008 e me pediu 4 mil reais para fazer o mesmo, porem ele só não sabia que eu era o proprietário da empresa e que como físico já sabia o que o veiculo tinha pois dei aulas no SENAI durante anos nesta área, apenas um bico injetor quebrado e eu gostaria que fizesse a troca de pastilhas dianteiras, quando ele me entregou o orçamento cai para trás e sai sem falar nada.

Eu mesmo no dia seguinte comprei o bico e as pastilhas e pedi para um mecânico que tem ao lado do posto de combustível em Barra do Sahy para fazer a troca dos mesmos, solucionei o problema com 140 reais…

Agora já aprendi este lição, até mecânico eu levo para a região.

Se eu fosse escrever aqui o que uma empresa passa por falta de competência da Prefeitura na região daria 100 paginas.

Cada pessoa tem um opinião e acho que a população tem que cobrar da prefeitura qualificação para a população, as eleições estão ai e esta na hora de cobrar e muito a estes políticos sem caráter.”

Texto enviado pelo leitor Diógenes Chesembley

1 COMENTÁRIO

  1. Infelizmente, tudo que o se Diógenes falou é verdade. Existe um certo bairrismo lá, profissionais de outros municípios são impedidos de trabalhar lá.

    • Interessante ler esses pontos de vista de todos acima, Como leitor Diógenes também sou be Belo Horizonte tive um oportunidade de emprego aqui em Aracruz em 1997 e aprovetei, pois na epóca em Minas estava com mercado saturado e exigia-se muitas qualificações. Acompanho diversas transformações do Municipio de Aracruz onde moro a mais de 15 anos e a 10 anos morando em Barra do Sahy. Em 2008 muito se especulava de grandes projetos para região, hoje é realidade e os problemas também vieram juntos. Inevitável nao ter problemas com o desenvolvimento, Informo que atualmtente muitos cursos de qualificação estão sendo praticados aqui na região, nao se qualifica que não quer. A dificuldade de mão de obra especializada reflete o momento de crescimento do pais. Tenho certeza que em Outubro o Sr Diógenes irá encontrar novas barreiras para implantar seu negócio, pois o cenario atual do Aracruz é outro principalmente com grandes projetos em andamento como o Terminal de Gás da Petrobrás anexo ao Porto o estaleiro Jurong em inicio de implantação. Para finalizar desejo ao Sr Deógenes sejam vindo ao nosso municipio especialmente Barra do Sahy.

  2. Realmente me impressiona quando o autor deste blog sai do assunto de area maritima. Qual a intencao de instalar um grande empreendimento em uma area de pouco investimento? Quais as vantagens e desvantagens que isto proporciona? O leitor reclama o texto todo sobre a falta de estrutura da cidade. Ele se estruturou para as dificuldades que iria encontrar na cidade ou so levou em consideracao as vantagens economicas que abrir uma subsidiaria de sua empresa nesta cidade proporcionaria? E depois transfere a culpa para os moradores da cidade. Quem nao treinou, nao se preocupou anteriormente, nao levou profissionais para treinar na sede foi ele. Entao ridiculariza um municipio menor pois nao possui profissionais conforme ele deseja. Desta forma, o normal seria continuar com o BraZil antigo, onde somente os grandes centros concentram a riqueza pois recebem o investimento. Brincadeira. Perceba que o pais esta mudando e se ajuste a isto. Se estruture, conheca o lugar onde vai se instalar e treine seus funcionarios. Isto e normal em qualquer pais do mundo em qualquer ramo de negocios. Ademais os “problemas” politicos nao sao diferentes de nenhuma cidade brasileira. Na minha pequena compreensao, o “empresaro” que queria ridicularizar, sai ridicularizado.

    • Julio
      Primeiramente gostaria de esclarecer que o texto não é meu.
      Em segundo lugar, você dizer que Aracruz, e mais precisamente as regiões de Barra do Riacho e Barra do Sahy não é assunto marítimo, quem se impressiona sou eu.
      Um dos maiores empreendimentos da área marítima, mais especificamente do setor de construção naval, está sendo construído em Aracruz, como é o caso do Estaleiro Jurong, isto sem falar no porto já existente no local, com extremo potencial.
      Achei válido a publicação deste texto justamente para mostrar que o empreendimento, segundo o autor do mesmo, corre riscos bem parecidos com o que ocorreu no Estaleiro Atlântico Sul, em Pernambuco.
      Procure enxergar um pouco além do costado do navio ou dos limites da plataforma, pois somente assim você vai entender realmente o que é a área marítima e offshore.
      Não entendi o texto do colega com a intenção de ridicularizar, mas apenas de colocar seu ponto de vista, assim como você colocou o seu.
      Qualificação de mão de obra é extremamente dependente de infraestrutura e investimento em Educação.
      Como colocar um Agricultor para ser Soldador sem dar-lhe o devido treinamento? Como colocar a menina que atende na padaria do seu Joaquim para ser Assistente de RH (igual vemos em diversas empresas, diga-se de passagem), sem dar-lhe o devido treinamento?
      Note que o mesmo não culpa os moradores, mas sim expõe, mais uma vez, a Classe Política com suas promessas que nunca são cumpridas.

  3. Também não vi uma tentativa de ridicularizar ninguém. Falta de mão de obra qualificada é um problema nacional, praticamente. E o enfrentamento desse problema deve ser feito por todos nós. Tanto políticos, quanto cidadãos, que devemos investir mais em nossa educação/formação e em “enxergar além do costado do navio”.

  4. Caro Rodrigo.
    Realmente admiro todos suas postasgens sobre o setor naval. Mostra que e um profundo conhecedor de todos os assuntos ligado a nossa area. Sou seu fa.
    Contudo, volto a discordar de sua colocacao quanto ao responsavel pelas politicas de treinamento. Aprendi com os mais antigos que na marinha mercante nao existe armador bom ou amigo. O que interessa e o lucro. Da mesma forma nao existe empresario bom ou amigo. Eu vi que na colocacao do empresario da historia, ele nao se preocupou anteriormente em qualificar a mao de obra da cidade onde ia instalar seu empreendimento. Talvez nem se preocupou em visitar o lugar e verificar as necessidades de treinamento do pessoal da regiao. Mas depois que encontrou as dificuldades logo encontrou culpados. A populacao e o governo. Na sua opiniao ele nao errou. Na minha foi o principal culpado, Tanto que quando se viu em situacao dificil, logo transferiu parte de seus empregados da matriz para a nova instalacao. Logicamente os que foram transferidos foram substituidos na matriz por outros que receberam o devido treinamento dos funcionarios mais antigos. E os transferidos treinaram os moradores locais contratados. Eu entendo que isto deveria ser a atitude inicial do empresario. Mas e mais facil transferir os proprios erros para os outros. Governo e sempre ineficiente e o povo acomodado. O empresario tem sempre razao.
    Este exemplo do empresario ilustra bem o pensamento dos armadores em relacao a tripulacao brasileira. Constroem navios com tecnologia ainda nao acessiveis aos tripulantes brasileiros. Depois procuram tripulacao local e nao encontra. Contudo oferecem treinamentos em seus centros a tripulantes que sabidamente vao ser mais baratos. Treinamento especifico para os novos equipamentos. Depois logicamente a culpa e do governo e novamente do pessoal desinteressado. Facil. Esta justificado a invasao estrangeira de nossa costa. E o interessante e que alem de fazer o povo acreditar nesta historia, o empresario/armador ainda toma a posicao de vitima. Eu tentei ajudar a localidade mas eles mesmos nao querem se ajudar. Lamentavelmente, nos brasileiros ainda aceitamos muito facilmente este aguarmento da casa grande.
    Finalizando, desculpe a falta de acentuacao, pois devido a enxergar um pouco alem do costado do navio ou da plataforma estou trabalhando em um escritorio no exterior.
    Aproveito mais uma vez para lhe felicitar pelo site. Sempre busco informacao sobre a marinha mercante e o setor naval no seu Portal Maritimo.

    • Caro Mattos
      Infelizmente isso realmente acontece, você tem razão.
      Parabéns por sua maneira de “enxergar além do costado”, eu já tive algumas oportunidades como esta, mas preferi ficar aqui mesmo no Brasil, trabalhando de frente pro Pão de Açúcar, em condições bem atrativas, até melhores do que me ofereceram no exterior e estando com os “meus” diariamente, mas enfim… cada escolha com seu preço e conseqüência.
      Talvez não seja nem por enxergar além do costado, pois isso eu tenho certeza que enxergo, mas sabia que às vezes eu acho que foi por falta de competência mesmo a bordo, sabia? Posso estar enganado, mas pode ter sido, pois “dei meus lances” por lá.
      Falo isso porque a maioria dos profissionais com os quais trabalhei eram infinitamente melhores do que eu.
      Desejo uma carreira de sucesso em seu novo país e espero que possamos nos conhecer quando você voltar aqui pro Brasil, ainda mais com esse seu senso irônico, pois a ironia pode significar duas coisas, segundo o que aprendi numa grande escola: muita inteligência e/ou preparo ou desconhecimento parcial de causa. Parece que seu caso é o primeiro, diferente de alguns que aqui aparecem com ironias dispensáveis e sem nenhum aspecto que some ao debate.
      Estamos aqui nas fileiras dos que ainda desejam ser donos (e se mantêm de fato) de sua própria terra, e esperamos assim ficar por muitos e muitos anos.
      Obrigado por seus acessos ao site.

  5. Boa noite amigos, primeiro digo que sou leitora assídua do Rodrigo adoro todas suas postagens e trago sempre que possível algumas para o meu Blog.
    Então, sou do RJ e cheguei aqui em Barra do Riacho, com apenas cinco anos, e olha que faz tempo que cá estou. Gostaria de contribuir nessa postagem devido ao fato, de ser moradora de Aracruz e conhecedora de todos os problemas e melhor acertos também. Tive a oportunidade de trabalhar aqui numa empresa vinda de BH nessa mesma época citada acima pelo Sr. Diógenes, e confesso que os problemas de capacitação profissional existe em qualquer lugar do mundo. Aqui em Aracruz estamos vivenciando um grande momento de chegada de grandes empreendimentos como Jurong, Termoelétricas, expansão do Portocel, Fíbria, Carta Fabril, Petrobrás, enfim… Claro que nosso local não está preparado para recebê-los devido a vários aspectos. Com a chegada de grandes empreendimentos chega junto os problemas também que os mesmos trazem, como violência, drogas, falta de instrutura, insegurança, falta escolas, creches, áreas de lazer etc. Tenho certeza que a comunidade fica dividida entre geração de empregos x deixa tudo como está, pacata, tranquila e calma.
    Mais o boom da economia vai chegar não tem jeito, e só nos resta enquanto comunidade unida acompanhar de perto essa instalação de grandes empresas. Queremos crescer economicamente, queremos empregos, mas também queremos preservação do meio ambiente, respeito a comunidade local. Juntos comunidade, empresas e poder público, discutindo, trocando informações, colaborando mutuamente para o bem comum tenho certeza que conseguiremos crescer economicamente sem causar danos a outros.
    Quanto às colocações dos colegas, todas são válidas, para isso estamos aqui comentar é necessário para que se conheça o pensamento de outras pessoas.
    Ao Sr. Diógenes tenho certeza que ficará surpreso com o avanço em nossa comunidade hoje, como disse o colega Amauri, temos vários cursos em andamento de capacitação profissional, temos uma unidade super moderna do SENAI/SESI/IEL, CEDETEC, IFES, faculdades, ou seja cursos de capacitação é o que não falta. Agora contamos também com as empresas na alocação desses alunos recém-formados Quanto as empresas não basta chegar aqui exigindo mão-de-obra qualificada e sim cabe as mesmas dar essa capacitação, pois essas é uma das condicionantes do IEMA, IBAMA, FUNAI entre outros órgãos. A Jurong é uma dessas empresas que está oferecendo uma enorme grade de cursos de capacitação não somente ao trabalhador mais também a toda sua família para aprendizado e geração de renda.
    Lembrem-se a comunidade poderia escolher não receber os grandes empreendimentos e simplismente votar contra a sua instalação aqui, como foi dito acima temos um certo “bairrismo” sim, explica-se: bairrismo significa que temos amor a nossa comunidade, temos raízes, temos uma história escrita, temos uma cultura a ser preservada e o que acontece aqui nos diz respeito pois temos o direito de participar de todas as decisões que envolvam a comunidade.
    Estamos abertos a expansão da economia, mais não basta chegar aqui trazendo somente os problemas que causam com a impactação e reflexos da instalação, queremos sim uma troca mútua de compromisso, responsabilidade e comprometimento.
    Quanto a trazer o assunto ao blog acho que faz parte sim do conteúdo do Blog, visto que temos uma cidade chamada Aracruz no ES, que está na boca do Brasil e do mundo. Conhecida por sua economia em expansão, sua cultura indígena e histórica.

  6. Sou morador da Grande Vitoria , e quando tentei responder a anuncio que li na PCI concursos , descobri que eu não poderia , pois não sou residente do municipio . Isso tem 3 semanas e que eu saiba as vagas ainda estão disponiveis . E o pior e que as mesmas vagas estão sendo anunciadas pelo SINE / ES . Acho que existe todo um sistema feito para procurarmos emprego em em empresas de RH . Aqui no Es tudo sempre e meio nebuloso . Sds a todos .

  7. Boa noite!
    Meu nome é Elivelton, sou de Aracruz, tenho residência no bairro bela vista e estou há 2 anos em Recife a trabalho. Sou Técnico em mecânica, formado na 1ª turma do IFES em Aracruz e atualmente trabalho na função de Assistente Técnico de planejamento tubulação no consorcio CONEST (formado por ODEBRECHT e OAS) na refinaria abreu e lima. Aqui em Pernambuco também tive a oportunidade de trabalhar no EAS por um ano no projeto da P-55.
    Senhores o pouco que aqui estou, pude presenciar coisas boas e ruins. Aqui me casei, aqui tive um filho, e tenho minha esposa e meu filho como o maior presente e talvez o único ao qual terei o prazer de levar pra casa, pois as lembranças aqui não serão das melhores. As empresas sem nenhuma organização, no caso as que trabalhei, e as longas “viagens” de ida e vinda de casa ao trabalho – que as vezes chegavam à durar 4 horas, para percusso de 30 KM – são as que pretendo esquecer. Aqui se um caminhão tomba no meio pista 5 da manhã, ele passa o dia inteiro no lugar e por volta das 19 horas da noite vão remove-lo, acho que para engarrafar ainda mais o acesso do canteiro de obras até Recife. Se abrem um buraco pra reparo das vias hoje, daqui 3 meses eles ainda vão estar preparando para fechar. Sem contar as agências bancárias lotadas em Ipojuca e Cabo de Santo Agostinho, que são as cidades no entorno do projeto, agências no qual já passei longas horas na fila de espera exprimido e molhado de suor em meio à centenas de outros clientes para conseguir falar com gerentes ou até mesmo sacar dinheiro na boca do caixa. Os caixas eletrônicos nos finais de semana quando estão funcionando não tem dinheiro, ou se quiser fazer um deposito tem que ser durante a semana, porque no final de semana vc não encontra envelope para depósito, enfim, a infraestrutura aqui é precária e mobilidade urbana é pra tartaruga ou bicho preguiça.
    Não vou falar muito em falta de mão de obra, pois todos sabem que a industrialização em Pernambuco está chegando agora e tem que se investir muito em qualificação técnica e profissional, pois mais da metade da mão de obra daqui vem de fora, mas quero pedir que o nosso ex presidente Lula e a nossa Dilma. que trouxeram esses investimentos até aqui, que cobrem dos que aqui governam para que invistam em qualificação para que o Pernambucano consiga usufruir melhor aquilo que está aos seus olhos.
    Caros leitores, problemas de infraestrutura toda região que recebe grandes projetos tem, mas esses problemas podem ser amenizados com a boa vontade em fazer acontecer por parte de todos (empresas, comunidade e principalmente governantes, que são quem dirigem toda a verba provida de impostos arrecadados das empresas e do povo) antes que o boom das grandes obras cheguem a esses locais. Ninguém nasce sabendo e tudo se aprende vendo ou ouvindo, então povo capixaba, tomemos como verdadeiro aprendizado o que vimos e ouvimos do que acontece hoje aqui em Recife. Cobrem muito de seus prefeitos para que vocês não fiquem a ver navios, como está o povo em Pernambucano hoje.
    Grande abraço a todos.

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