Paraíba – Presidente das Docas xinga Dilma e entrega o cargo

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O Diretor Presidente da Companhia Docas da Paraíba, responsável pela administração do Porto de Cabedelo, Wilbur Jácome Sarmento, colocou nesta sexta-feira (21) o cargo que exerce na administração estadual à disposição do Governador Ricardo Coutinho. Ele encaminhou carta justificando a decisão, integralmente acatada pelo Governador. 

“Informo que a minha decisão se dá por motivos pessoais e com único objetivo de manter a estabilidade institucional da Companhia e do Governo do Estado”, declarou Wilbur Jácome na carta. O governador autorizou a convocação de Assembleia Geral para destituição de Wilbur do cargo e posterior indicação do novo presidente da Companhia, cujo nome ainda será definido.

Entenda

Na última quarta-feira, o Presidente da Companhia Docas da Paraíba, Wilbur Holmes Jácome, foi flagrado em uma reunião no Porto de Cabdelo, proferindo palavrões à Presidente Dilma Housseff. Um áudio foi divulgado com as declarações atribuídas a Wilbur que teriam sido feitas em uma reunião no Porto de Cabedelo.

Em tom de indignação, o presidente da Docas afirmou que “eu vou junto com os sindicatos. Eu vou entrar na campanha, pra retirar essa ‘r***’ dessa Dilma da Presidência da República. Essa mulher é uma ‘es***'”.

Wilbur teria se irritado devido à pouca atenção que o Governo Federal dispensa ao Porto de Cabedelo. De acordo com o áudio, o presidente da Docas afirma que “essa mulher não vale nada. O PT não vale nada. Esse povo que tá ai não tá nem ai pra quem está aqui na Paraíba”. 

Wilbur administrou a Companhia Docas da Paraíba desde o início do Governo, atingindo, neste tempo, o recorde histórico de dois milhões de toneladas movimentadas pelo Porto de Cabedelo.

Fonte: Click PB

Por Rodrigo Cintra

1 COMMENT

  1. Eu vejo no governo federal um despreparo no enfrentamento das questões que giram em torno dos nossos meios de transporte.Haja vista que todo o sistema está falido. Totalmente falido.Nossas safras são recordes a cada ano e as estradas continuam uma calamidade e os portos então, nem se fala. A infra-estrutura é arcaica e os projetos para essa área não sai do papel. Resultado, a perda e o custo do deslocamento é tão aviltante que os preços dos produtos para exportação os tornam não “exportáveis”. Um desastre para a Nação!

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