Frota disponível para operações offshore fecha o mês com 409 embarcações

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A frota de apoio marítima brasileira perdeu três embarcações entre julho e agosto, encerrando o último mês com 409 barcos, segundo dados da Abeam. Na comparação anual, a redução é de 55 unidades, queda de 12%.

Entre julho e agosto, foram excluídos da frota os PSVs Kudu e Oryx, da Edison Chouest – ambas inscritas no Registro Especial Brasileiro (REB) –; as estrangeiras Olivia Candies, da Otto Candies, e Toisa Warrior, da Sealion; e o Starnav Cygnus, da Starnav, construído no estaleiro Detroit, em Santa Catarina.

No mesmo período, incluíram-se na frota os PSVs Apocalipse H, da Bravo Tur Apoio Marítimo, e Starnav Volan, da Starnav.

Das 409 embarcações, 290 (71%) têm bandeira brasileira, em linha com o mês de julho. O numero, porém, representa aumento de quase 20 pontos percentuais em relação a agosto de 2015, quando havia 245 barcos nacionais na frota.

O tipo de embarcação mais recorrente é o PSV: são 159 ao todo, sendo 80% de bandeira brasileira. A frota é ainda composta por 63 LHs, 60 AHTSs, 46 OSRVs e 15 PLSVs (a Abeam classifica as embarcações Top Coral do Atlântico e Estrela do Mar, da Technip-Odebrecht, como MPSVs). Na sequência vêm FSVs (14) e RSVs (14); crew (12); MPSV (9); SV (7); DSV (5) e WSV (5).

A Empresa Brasileira de Navegação (EBN) com maior frota é a Bram/Alfanave, com 54 barcos. CBO, com 24; Wilson Sons Ultratug e Starnav, com 21; DOF/Norskan, com 20; e Tranship (20 aparecem como as demais EBNs com mais de 20 barcos na frota.

Fonte: Brasil Energia

Por Redação

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