Skandi Búzios chega ao Brasil e reforça liderança da DOF no setor

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    Skandi Buzios na Huismann /Holanda, durante a instalação da torre e tensionadores – Foto: im2c marine

O Lançador de Linhas (PLSV) Skandi Buzios chegou recentemente no Brasil para reforçar a frota de lançadores de linhas da DOF, totalizando agora seis embarcações deste tipo em serviço para a Petrobras.

Navio atracado no Porto do Rio

O navio, que encontra-se atracado no Porto do Rio de Janeiro e compondo uma bela paisagem para quem passa nos arredores, é da mesma classe do Skandi Açu, possuindo tensionador para até 650 toneladas e projetado especificamente para a instalação de umbilicais, linhas flexíveis e risers. O navio possui, além da torre vertical de lançamento com tensionadores de até 650 toneladas, dois carrosséis para 2500 e 1500 toneladas e dois ROVs para suporte. O navio pode operar em profundidades de até 3000 metros.

A frota da DOF ainda deve ser ampliada, já que Skandi Olinda e Skandi Recife estão em construção no estaleiro Vard Promar, localizados em Suape, Pernambuco.

Seguem abaixo alguns detalhes do navio:

Principais especificações do navio – Fonte: DOF

Por sua tensão máxima, 650 toneladas, o navio, juntamente com o Skandi Açu, pode ser considerado o maior a serviço da Petrobras e, como em todos os projetos da DOF, possui o que altíssima tecnologia embarcada.

O navio foi construído nas instalações da Vard em Søviknes / Noruega (casco Vard Søviknes  824) e teve diversas provas de mar realizadas naquela região.

Skandi Buzios ainda sem a torre de lançamento, ainda na Noruega – Foto: Alf Kåre Aasebø
Skandi Búzios em prova de mar, prestes a passar sob a Ponte Sotra, navegando para Austevoll, Noruega – Foto: Alf Kåre Aasebø

Após as diversas provas de mar na Noruega, o navio seguiu para a Holanda, onde instalou seu sistema de lançamento de linhas nas instalações da Huisman.

Skandi Buzios na Huismann /Holanda, durante a instalação da torre e tensionadores – Foto: im2c marine

A DOF tem uma ótima parceria com a Technip FMC e deve, pelo visto, manter-se na briga pela liderança de mercado e na eterna guerra por uma fatia maior de market share com a Subsea 7, que por muito tempo liderou praticamente sozinha a área de lançamento de linhas e construção submarina.

Por Rodrigo Cintra

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