Me indica?

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Toda vez que alguém pede isso, é sempre uma situação que pode ser incômoda demais. Se um conhecido é realmente um bom profissional, a indicação é certa. Na maioria das vezes, até mesmo sem ele pedir. Se um conhecido é um mau profissional, não há indicação… simples assim.

No caso de um desconhecido total… sem chances.

O colega que está desempregado pode ficar chateado, mas indicar alguém para uma vaga é assinar um cheque em branco, é assumir responsabilidade por aquela pessoa e isso deve ser feito de maneira bastante cautelosa.

Podemos, todavia, apresentar um currículo interessante de um desconhecido, por exemplo, mas sempre tendo o cuidado de explicitar que não o conhecemos. Afinal, papel aceita tudo. Agora… INDICAR…

Tem coisas que você só descobre conhecendo mais a fundo – que bacalhau feio!

Isso é reservado àqueles dos quais temos as melhores referências e mesmo assim não é uma Ciência Exata, pois o fator humano SEMPRE estará ali, subjetivando tudo. Não fique chateado quando alguém não te indicar.

Eu tive esta péssima experiência com conhecidos e desconhecidos há anos atrás e é algo bastante constrangedor. É como docar um navio como o da foto e achar um bacalhau mal feito com Tubolit na chapa de fundo. Uma surpresa desagradável e que só vemos na docagem.

Desconhecido? Não… não indico.

Conhecido? Preciso pensar a respeito.

Um abraço!

Por Rodrigo Cintra

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