Aliança incorpora dois novos navios à frota e aumenta capacidade na Cabotagem

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Foto: Henrique Ferrinho / NMB (Navios Mercantes Brasileiros)

A Aliança Navegação e Logística, empresa do Grupo Hamburg Süd, que recente,ente foi adauirido pela Maersk Line, anunciou que dois novos navios foram incorporados à frota, aumentando sua capacidade de transporte de contêineres na Cabotagem brasileira e ofefecendo um serviço ainda melhor aos seus clientes, já que, com as aquisições, a empresa aumentará seu número de atracações nas regiões Nordeste, Sul e Sudeste.

A Aliança Navegação e Logística anunciou que dois novos navios foram incorporados à frota, aumentando sua capacidade de transporte de contêineres na Cabotagem brasileira e ofefecendo um serviço ainda melhor aos seus clientes, já que, com as aquisições, a empresa aumentará seu número de atracações nas regiões Nordeste, Sul e Sudeste.

Arvorando a bandeira brasileira, os novos navios possuem uma capacidade para transportar 3.800 TEUs e chegam para substituir navios menores, de 2500 TEUs cada, incrementando em 20% a capacidade semanal da Aliança.

Os novos navios, que são parte da Classe “Exploradores”, são o Diego Garcia e o João de Solís, que vão substituir o Aliança Santos e o Aliança Manaus. Eles foram construídos na China, pelo Estaleiro Jiangsu Yandzijiang, e tiveram um custo total de US$ 85 milhões.

O Diego Garcia já realizou a sua viagem inaugural no último dia 19 de Novembro, atuando na linha conhecida como “Anel 1”. O navio partiu do Porto de Itapoá, em Santa Catarina, e vai até o Porto de Manaus, no Amazonas.

Já o João de Solís tem a suas operações previstas para iniciar no próximo domingo, dia 26 de Novembro, na linha conhecida como “Anel 2”, que foi recentemente aumentada incluindo Rio Grande e Salvador nas escalas. A linha cobre portos entre Rio Grande, no Rio Grande do Sul, e Pecém, no Ceará.

A empresa acompanha o crescimento gradativo da Cabotagem e já vê grandes oportunidades para 2018, principalmente na movimentação de carga refrigerada, onde espera crescer 30% no ano que vem.

É a bandeira brasileira lá no alto, apesar dos grandes desafios.

Por Rodrigo Cintra

 

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