Aliança batiza mais um rebocador portuário que será operado pela Svitzer

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A Aliança Navegação e Logística batizou nesta terça-feira , no Estaleiro Detroit Brasil, em Itajaí (SC), seu terceiro rebocador portuário, o Aliança Pampeiro, que encerra a entrega de três embarcações da mesma série previstas pela companhia. No segundo semestre do ano passado, a Aliança batizou o Aliança Minuano e o Aliança Aracati – todos levam nomes de ventos que atingem o território brasileiro. O pampeiro, por exemplo, vem do oeste, sudoeste ou sul e percorre a Argentina, o Uruguai e finalmente o Brasil, sendo normalmente gerado pela passagem de uma frente fria.

As três embarcações são consideradas de última geração e adequadas para navios de grande porte. Cada uma tem 32 metros de comprimento e capacidade de tração estática de 70 toneladas bollard pull. A expectativa é que a Aliança receba até 2019 quatro novos rebocadores de uma linha ainda mais moderna.

A Svitzer, maior empresa de reboque portuário do mundo, que faz parte do Grupo Maersk, controlador da Aliança, vai operar o rebocador, afretando-o a casco nu.

Desta vez, a madrinha da nova embarcação foi a funcionária Silvana Coelho de Andrade, que está há 32 anos na empresa, atualmente como coordenadora da área de suporte RSE. Silvana começou em Santos como auxiliar do departamento de suprimentos aos navios em portos do exterior, passou por outras funções de liderança em São Paulo e retornou à sua cidade há dois anos para assumir o cargo atual.

“Recebi com muita alegria a notícia de que seria madrinha do Aliança Pampeiro. Sinto-me honrada por esta homenagem, que mostra como a companhia reconhece e valoriza seus profissionais. Comecei a trabalhar na empresa aos 18 anos. Portanto, toda a minha vida pessoal e profissional tem o mar como referência”, destaca Silvana Coelho de Andrade, que estava acompanhada de sua filha Catherinne.

Segundo Mark Juzwiak, Diretor de Relações Institucionais da Aliança, os rebocadores agregam mais valor aos serviços oferecidos pela companhia. Ele explica que as embarcações que escalam os portos brasileiros são cada vez maiores para atender o mercado crescente e a necessidade de oferecer aos clientes transporte com preços competitivos.

Por Redação 

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