O Estaleiro Atlântico Sul (EAS) vem queimando o próprio filme com o BNDES, mesmo sabendo que o momento para um desgaste é o pior possível.

Endividada, a empresa hoje ataca em duas pontas para se salvar: negocia com o governo a possibilidade de suspensão de contratos de seus funcionários e pleiteia um financiamento junto ao banco.

O dinheiro permitiria ao EAS, hoje sem caixa, entregar os cinco navios prometidos à Transpetro até o ano que vem.

A cúpula do BNDES está convencida de que os responsáveis pelo estaleiro estão tentando botá-la nas cordas.

Eles deixaram escapar na imprensa que demitirão uma penca de trabalhadores caso o empréstimo não saia.

Não vai funcionar.

Sentindo-se pressionada, a turma de Dyogo Oliveira já mandou avisá-los de que não cederá um milímetro em sua forma de atuação para salvar o estaleiro do iminente naufrágio financeiro.

Fonte: Gabriel Mascarenhas / VEJA

Por Redação

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