Vídeo – Estado financiará obras no Complexo de Barra do Furado

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O Governo do Estado do Rio de Janeiro ficará responsável pela construção do quebra-mar de proteção da entrada da barra no Canal das Flechas, considerado fundamental para a operação do Complexo Logístico e Industrial de Barra do Furado, no litoral norte-fluminense, entre os municípios de Campos e Quissamã. O projeto já está em fase de licitação e deve ficar em torno dos R$ 32 milhões, sendo R$ 20 milhões do Governo do Estado e o restante a cargo da Prefeitura de Quissamã.

Entenda o que é o Complexo Industrial da Barra do Furado:

No estande montado em parceria pelos dois municípios na feira a Rio Oil & Gas, o secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, Energia, Indústria e Serviços, Julio Bueno, participou da assinatura do contrato para a dragagem do Canal das Flechas, que marca finalmente o início das obras no complexo, um projeto iniciado há 12 anos. Ele ressaltou que o complexo atende à necessidade de adensar a cadeia de petróleo e gás na região, que atualmente tem sua  economia centrada nos royalties advindos da exploração do petróleo e gás na Bacia de Campos.

“O Rio é hoje o epicentro da indústria naval no Brasil e nosso maior desafio é disponibilizar áreas para a expansão deste setor. Com o Complexo de Barra do Furado, estaremos disponibilizando mais áreas e levando desenvolvimento industrial para esta região. Todos temos preocupação em aproveitar ao máximo o ciclo do petróleo e do gás, que é importante para gerar royalties e participações especiais, mas é preciso garantir o desenvolvimento, com a geração de emprego e renda e isto só é possível com a entrada de empresas de bens e serviços. E este projeto cumpre estes requisitos”, disse o secretário. Ele também destacou o caráter apartidário do governo, ao viabilizar a parceria com as prefeituras de Campos e Quissamã.

A dragagem do Canal das Flechas será executada pelo Consórcio Terra e Mar, formado por Odebrecht, OAS e Queiroz Galvão, no valor total de R$ 133 milhões, sendo 70% arcados pela Prefeitura de Campos e 30% pela Prefeitura de Quissamã. As obras têm prazo de 20 meses e devem ser parcialmente financiadas (R$ 54 milhões) com recursos do Programa de Aceleração do Crescimento 2 (PAC-2).

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Por Rodrigo Cintra

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