Rapidinhas da tarde – Até a Norskan está pegando tempo

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Vamo que vamo. LLX anuncia mudanças. Itajaí firmando-se aos poucos como novo Pólo Náutico. Subsea 7 no prejuízo e Norskan com barco parado por falta de tripulação. Parece que a Marinha Mercante está de cabeça pra baixo. Contando ninguém acredita.

Subsea 7 no prejú – O lucro antes de impostos e juros da Subsea 7 caiu 22% no terceiro trimestre deste ano, para US$ 109 milhões, contra os US$ 140 milhões registrados em igual período do ano passado. Apesar da queda, em seu relatório trimestral a empresa se diz confiante no futuro por conta de contratos fechados no Mar do Norte. A empresa espera fechamento de novos contratos entre o final deste ano e o primeiro semestre do ano que vem. Os pedidos em carteira somam atualmente US$ 2,9 bilhões. “O Mar do Norte está particularmente ativo, com um número significativo de projetos a serem executados em 2012 e 2013”, informa a empresa em seu balanço. A companhia espera para os próximos meses uma retomada nos níveis de atividade no Golfo do México, com o fim da moratória declarada pelo governo dos EUA.

Começou o Deepwater Brazil Congress – Começou ontem (26) a 3ª edição do Deepwater Brazil Congress, no Centro de Convenções Sulamérica, no Rio de Janeiro. O evento, que vai até quinta (28), terá debates sobre a exploração e produção de petróleo em águas profundas, com destaque para o desenvolvimento do pré-sal, as discussões sobre o novo marco regulatório e os impactos do acidente no Golfo do México. Dentre os participantes do evento estão a diretora da Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANP), Magda Chambriard, o diretor de conteúdo local da Organização Nacional da Indústria do Petróleo (Onip), Roberto Magalhães e o diretor-executivo de óleo e gás da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), Alberto Machado.

PortX / LLX quer investidores – A empresa registrou pedido de aprovação de emissão de GDRs, ou Global Depositary Receipts, papéis comercializados em bolsas no exterior e atrelados a ações da empresa. As ações listadas, bem como os GDRs, serão usadas em permuta na compra da LLX Sudeste, divisão da empresa que inclui o projeto do Superporto do Açu. Um dos objetivos da operação é facilitar a entrada de investidores no porto. A companhia também informou que foi alterada toda a direção executiva da PortX.

Jubarte continua encalhada em Búzios – No Rio de Janeiro, um rebocador cedido pela Petrobras tenta desencalhar a baleia jubarte presa desde segunda-feira em um banco de areia na Praia de Geribá, em Búzios, na Região dos Lagos. Até a noite de ontem, o salvamento não havia tido sucesso. Segundo a secretária de Meio Ambiente de Búzios, Adriana Saad, a operação de resgate da baleia seria muito difícil, com poucas chances de sobrevivência do animal.

Petrobras estende o prazo para as 28 sondas – A Petrobras Netherlands (PNBV), subsidiária da Petrobras na Holanda, estendeu para 17 de novembro o prazo para que as empresas que participam da licitação para construir até 28 sondas de perfuração apresentem documentos adicionais relacionados ao licenciamento ambiental dos estaleiros onde serão feitos os equipamentos. A licitação prevê a construção de até quatro lotes de sondas (cada um com sete unidades), pacote que pode custar mais de US$ 22 bilhões. Ao todo sete grupos, alguns em consórcio, concorrem para ver quem construirá os equipamentos que serão usados em trabalhos exploratórios no pré-sal. Um participante da licitação disse que a Petrobras está pedindo às empresas que apresentem licenças de instalação (LI). “Quem já tiver a LI, se ela não tiver sido emitida pelo Ibama será preciso ter a anuência do órgão federal”, disse o executivo.

Novo pólo naútico no sul – Itajaí, em Santa Catarina, deve se tornar o pólo náutico brasileiro com a construção das estruturas definitivas da Azimut-Benetti, nos próximos anos. O Terminal Portuário de Itajaí é hoje um dos maiores e mais completos complexos portuários privados do país. A grande responsável pela inserção da Azimut-Benetti no mercado náutico nacional é a YachtBrasil, empresa referência no comércio e representação de embarcações. A YachtBrasil possui mais de  20 pontos de atendimento espalhados em toda a costa brasileira e representa os estaleiros Azimut-Benetti e Sea Ray. Vale ressaltar que o mercado náutico de lazer e de esporte envolve 151 estaleiros nacionais. Só no Brasil são vendidos mais de 14 mil barcos a cada ano. A força do setor foi sentida de perto pela YachtBrasil, já que em 2010 teve o país como o seu principal mercado de venda das embarcações.

 

O bicho tá pegando na Norskan – Até ela (quem diria) está com barco parado em Macaé por falta de tripulante. O barco Skandi Stolmen, de tripulação mista, encontra-se parado desde segunda feira em Macaé, depois que dois Oficiais de Náutica “colocaram a mala no cais”. Soubemos que a empresa teve que embarcar um Rádio Operador nesta unidade, pois os ON’s que conseguiram não falam Inglês. Como pode uma empresa com o nome e reputação como o da Norskan permitir isso? Será que o RH não tinha ninguém em stand-by? Cadê a gestão estratégica? Cadê a antecipação aos problemas? Enquanto não houver marítimos treinados e qualificados para assumir setores em terra, enquanto as empresas não investirem nisso, vai continuar tendo muito “entendido” gerenciando essa parte. Eles entendem de tudo… menos de Marinha Mercante.

Por  Rodrigo Cintra



1 COMENTÁRIO

  1. pois é barcos parados e quando ligamos pra preencher alguma vaga,dizem n ter nada no momento,brincadeira né?
    pois vamos mudar isso se n vai entrar pro grupos das pirangueiras.

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