Rapidinhas da madruga – Japoneses vindo com tudo…

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Rapidinhas da madruga, para começar essa semana sempre bem informado. Japas invadem nosso país através da Construção Naval e nosso colegas paraenses já se animam com o petróleo em Salinas. Vamo que vamo que a semana vai bombar!

Estaleiro traz mão de obra até do Japão – Tido como a maior e mais moderna empresa do setor no Hemisfério Sul, o Estaleiro Atlântico Sul (EAS) é o melhor exemplo da carência de mão de obra especializada, hoje o principal gargalo do desenvolvimento em Pernambuco, que cresce a taxas superiores à da região. A empresa já apelou para o Japão, de onde trouxe 135 dekasseguis brasileiros, como são chamados naquele país os que trabalham longe de casa. O EAS já gastou mais de R$ 16 milhões em qualificação, beneficiando 7,2 mil pessoas, entre eles ex-cortadores de cana e trabalhadores informais. Mesmo assim, acaba de publicar anúncios em oito estados, recrutando soldadores, montadores, engenheiros, projetistas e supervisores. No EAS, trabalham nove mil pessoas, mas com as demandas do pré-sal, a empresa deverá contratar mais 1.200.

Salinas em polvorosa com petróleo – A possível instalação de uma plataforma para pesquisas relativas a petróleo na costa do Pará, mais especificamente próxima a Salinópolis, ainda não é uma realidade, mas é esperada com expectativa pela prefeitura do município, que prevê um crescimento de receita e investimentos significativos na estrutura do balneário, caso a bacia petrolífera seja efetivada. “Já existem indícios concretos. Seis meses atrás, vieram engenheiros da Petrobras para anunciar que iniciariam as pesquisas na costa próximo de Salinópolis e Bragança”, diz o Secretário de Administração de Salinópolis, César Castro. A Petrobras já teria iniciado as construções de plataformas com estrutura básica para coleta de análises. Há seis meses embarcações com sismógrafo, aparelho utilizado para detectar a possibilidade de petróleo em uma determinada área, indicaram a existência de uma bacia petrolífera a cerca de 200 km na costa nordeste do Pará. A empresa estaria avaliando a qualidade do petróleo. A montagem da plataforma para retirada deve durar de três a quatro anos.

Por Rodrigo Cintra

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