Sete Brasil fecha acordo de R$ 1,5 bilhão com a Keppel para construção de sonda

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A Sete Brasil Participações SA, através de sua subsidiária Urca Drilling B.V, e a Keppel Offshore & Marine Ltd (Keppel O&M), a partir da subsidiária Fernvale Pte. Ltd., firmaram no final do ano passado, uma garantia de contrato de cerca de R$ 1,5 bilhão (US$ 809 milhões) para concepção e construção de uma plataforma semi-submersível de perfuração.

O valor do projeto DSS™ 38E, da Keppel, corresponde ao da proposta apresentada à Sete Brasil pelo estaleiro asiático em julho de 2011.

Para João Carlos Ferraz, Presidente da Sete Brasil, as plataformas projetadas pela Keppel têm um histórico de operação eficiente. “Estamos confiantes de que a sonda será adequada para a costa brasileira. Ter como parceira a Keppel é uma garantia de termos um equipamento de qualidade dentro do prazo e custos esperados”. O executivo destaca ainda que dentro dos próximos anos sua companhia deverá encomendar mais ativos para a exploração do Pré-sal atendendo à crescente demanda da indústria naval no Brasil.

A DSS™ 38E, que deve começar a operar no final de 2015, tem capacidade para perfurar a uma profundidade de 10 mil metros (em 3 mil metros de lâmina d’água). Este modelo terá comprimento total de 108 metros. Seu deslocamento operacional é de aproximadamente 45 mil toneladas. A plataforma está preparada para receber uma tripulação de até 160 pessoas, e possui armazenamento de elevação vertical e horizontal.

Chow Yuen Yew, Presidente da Keppel Offshore para a América Latina, está confiante na parceria com a Sete Brasil. “É importante estar associado à empresa brasileira no desenvolvimento de soluções de perfuração para os campos de petróleo em águas profundas”. A DSS ™ 38 será a primeira plataforma semi-submersível da Sete Brasil. Ela será a terceira plataforma da Keppel a entrar em operação no país. A companhia chinesa também já entregou outros projetos importantes para a Petrobras, como a P-52, P-51 e P-56, produtos que têm aumentado a capacidade de produção de petróleo e gás no Brasil.

Com as informações – TN

Por Rodrigo Cintra

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