Rapidinhas da tarde – Debaixo de chuva no Rio de Janeiro

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E é debaixo dessa chuva no Rio de janeiro que anunciamos as Rapidinhas dessa tarde. Portos, hidrovias e logística… os bastidores se movimentam para o crescimento da área de navegação e a gente fica aqui esperando pra ver no que vai dar.

Antonina recebe investimentos – Na primeira licitação para arrendamento de área em todo o Brasil em conformidade com a nova Lei dos Portos, promulgada em 2013, o porto vai receber no mínimo R$ 20 milhões em investimentos.  A expectativa é de que a indústria seja construída em dois anos e que crie mais de 100 novos empregos. Localizada ao lado do terminal Barão de Teffé, a área foi arrendada pela Vetor Tecnologia, empresa vencedora da licitação para explorar por 20 anos, que podem ser prorrogados por mais 20.

Dragagem do Rio Madeira em Rondônia – O assessor especial do Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil, Miguel de Souza, informou  que o Ministro Maurício Quintela assinou ontem, dia 3 de novembro, o contrato para dragagem do rio Madeira, transformando-o efetivamente em uma hidrovia. Segundo lideranças locais, essa é uma reivindicação antiga do segmento da navegação em Rondônia e uma obra importante que garante o transporte fluvial seguro, evitando riscos de acidentes de colisões de embarcações com bancos de areia, além de promover mais agilidade na navegação ao longo do ano, principalmente no período de estiagem.

Obras no Maranhão inciam em 2017 – Obras iniciam ainda no primeiro trimestre de 2017, segundo Paulo Remy Gillet Neto, executivo da WTorre. O empreendimento será um dos maiores terminais de uso privado da região Nordeste e aumentará substancialmente a capacidade de escoamento do Estado do Maranhão. A área tem 2 milhões de metros quadrados e terá capacidade para movimentar ao ano 24,8 milhões de toneladas quando o terminal estiver pronto. O projeto está estimado em R$ 1,5 bilhão e deve levar três anos para estar em operação. A profundidade do porto privado será de 18 metros em condições normais, podendo chegar a 25 metros com a variação da maré. o empreendimento é um convênio entre a WPR e a China Communications Construction Company (CCCC), conglomerado chinês de infraestrutura, equipamentos pesados, e serviços de dragagem, que vai entrar com R$ 400 milhões no empreendimento.

Por Redação

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