Fundo de Marinha Mercante aprova quase US$ 10 milhões para a Wilson Sons

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O Fundo da Marinha Mercante (FMM) aprovou prioridade para que a Wilson Sons Rebocadores invista US$ 9,4 milhões em docagem – processo de revisão e manutenção de todos os componentes de uma embarcação. Ao todo, 12 rebocadores passarão pela docagem entre 2017 e 2018.

A decisão do Conselho Diretor do FMM foi publicada no Diário Oficial em 9 de dezembro. A Wilson Sons, agora, dará seguimento ao processo de contratação dos recursos junto a um dos agentes financeiros do Fundo.

“Esta aprovação é um marco para o mercado de rebocagem e estaleiros do país, já que é a primeira vez que uma empresa de apoio portuário obtém financiamento para esse tipo de serviço. Isso demonstra a confiança do FMM na Wilson Sons e a credibilidade da companhia no mercado”, destaca o CFO e Relações com Investidores do Grupo Wilson Sons, Fernando Salek.

O trabalho será executado pela Wilson Sons Estaleiros, no Guarujá (SP). O primeiro rebocador a parar para docagem será o CNL Rubi, em abril de 2017. Cada Docagem levará cerca de 20 dias e o estaleiro receberá uma embarcação por vez, para não causar impacto às operações de apoio portuário, sempre obedecendo aos prazos estatutários. Além do CNL Rubi, também passarão pelo mesmo procedimento os rebocadores Atlas, Hercules, Hydrus, Marte, Pollux, Plutão, Mercurius, Corona, Delphinus e Telescopium.

“A docagem ocorre obrigatoriamente a cada cinco anos nas classes de rebocadores de nossa frota, e é um processo que engloba toda a conservação e reparos de itens submersos – casco, anodos e propulsores – bem como revisões preventivas nos motores principais, sistemas elétricos, tubulações, sistemas de navegação e combate a incêndio”, explica o Diretor Operacional da Wilson Sons Rebocadores, Marcio Castro. “Após esse processo, o Lloyds Register, classificadora contratada pela Empresa, realiza uma inspeção detalhada de toda a embarcação, para garantir que todas as intervenções realizadas estejam dentro dos padrões de qualidade previstos pela autoridade marítima.”

Por Redação

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