Petrobras coloca gerentes de escalões mais baixos na mira

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Enquanto a Operação Lava Jato avança, a Petrobras vai descobrindo cada vez mais coisas em seus bastidores, e deve tomar atitudes em breve.

Os resultados de sindicâncias abertas recentemente começam a aparecer e no mais recente caso, conforme noticiado na coluna do Guilherme Amado no Jornal O Globo de hoje, foi descoberto que o filho de um gerente da empresa foi empregado numa filial da Odebrecht no exterior.

Sinceramente, isso pode dizer algo… ou não.

Um filho de um gerente da Petrobras não pode ser privado de uma carreira nas grandes empresas do país, e uma delas é a Odebrecht, simplesmente por ser filho de um gerente da Petrobras.

Porém, diante do que vem se descobrindo com o avançar da Operação Lava Jato, algumas coisas realmente devem ser evitadas, pois até provar que coelho não é lebre, muita coisa pode acontecer e situações como essas vão aparecer.

Seguindo a velha máximo do “não basta ser honesto, tem que parecer honesto”, há coisas que ferem qualquer conceito de ética e mesmo que algumas regras não estejam escritas, o bom senso mostra que não são convenientes.

Há outros casos, mas este é bem emblemático pois talvez retire agora a tampa de uma caixa de pandora que não movimenta tanto dinheiro, mas gera todo um tráfico de influências entre quem realmente opera as unidades. Apesar de não envolver grandes cifras, neste nível provavelmente tem muito mais gente.

Que a nova diretoria da empresa tenha sucesso em limpar a empresa que representa nosso país pelo mundo afora.

Já tem muita gente preocupada por aí e é para ficar preocupado mesmo.

Por Rodrigo Cintra

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