Apoio Marítimo – Briga está acirrada por contrato de mergulho em águas rasas

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Após a licitação misteriosamente cancelada pela Petrobras no final de 2016, a empresa agora conduz uma grande disputa entre alguns líderes do Apoio Marítimo em nova consulta ao mercado para barcos de mergulho.

CBO, com o CBO Isabella, Solstad Farstad, com Far Swift e Far Scotia, UP Offshore, com Up Pearl e Up Amber, Bram Offshore, com o Santos Scout e DOF Subsea, com o Skandi Commander, disputam acirradamente uma licitação para barcos de mergulho em águas rasas, SDSVs, que vão operar até 50 metros de profundidade e que possuam ROVs instalados com capacidade de irem até 1500 metros.

A licitação é internacional, prevê o início do contrato para 180 dias após sua assinatura e visa assegurar a disponibilidade de mais unidades para dar suporte às operações da Petrobras, além de aumentar o número de mergulhadores à sua disposição em águas rasas.

A estatal já qualificou as propostas apresentadas pelas empresas mencionadas, que mais uma vez mostraram sua posição de liderança de mercado.

A Wilson Sons, que vem aparecendo cada vez mais no Apoio Marítimo, ofereceu o Mandrião e o Pardela, mas teve sua proposta desqualificada e já está apelando para que a Petrobras reconsidere.

Bom mesmo seria que houvesse espaço para todas operarem e assim garantir um pouco mais de “calor” para o Apoio Marítimo, não somente gerando, mas também garantindo divisas para as empresas e emprego para marítimos por alguns anos, até que a “marolinha” mencionada por um ex presidente passe.

Por Rodrigo Cintra

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